Uma nova polêmica envolvendo um lutador de MMA brasileiro tomou conta do noticiário esportivo durante a semana. O experiente Lyoto Machida, ex-campeão do UFC, caiu no doping por utilizar uma substância proibida antes de entrar no octógono mais famoso do mundo amanhã, frente ao veterano Dan Henderson, pelo evento em Tampa, nos Estados Unidos.

Por ser uma situação ocorrida em território americano, a Comissão Atlética de Nevada é quem tomará as decisões sobre possíveis punições ao atleta baiano. Quando o UFC acontece no Brasil, quem toma à frente nestas questões mais polêmicas é a Comissão Atlética Brasileira de MMA (CABMMA).

Mas, afinal, qual é o trabalho desta comissão? A Tribuna consultou o presidente da CABMMA, Rafael Favetti, que destacou o objetivo do órgão. “A Comissão é responsável por regimentar os procedimentos de saúde e segurança e desenvolver programas antidoping, com o princípio de coibir a utilização de substâncias proibidas”, frisou.

A entidade não possui fins lucrativos. “O objetivo é cuidar da segurança dos atletas e fazer com que o esporte cresça cada vez mais, principalmente, com muita segurança”, completou Favetti. Criada ao final de 2012, a Comissão se notabilizou no MMA nacional por estar sempre presente nos maiores eventos de lutas e pela parceria com o UFC em território nacional.

No dia 14 de maio, na Arena da Baixada, em Curitiba, novamente quem estará ‘cuidando’ da edição brasileira do UFC será a CABMMA. “Tomaremos todas as providências para que seja realmente uma edição histórica. Já definimos os principais árbitros para esse evento e a expectativa é grande”, finalizou Favetti.