No Amazonas, o ecoturismo está sendo visto como uma forma de os moradores locais ganharem seu sustento mantendo as áreas naturais preservadas e protegidas. Nesse sentido, o ecoturismo surgiu como uma alternativa econômica para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, pois, se bem planejado, é capaz de minimizar os impactos ambientais, além de apresentar um potencial multiplicador significativo, em termos de geração de emprego e renda.

Por essas razões, os governos federal e estadual estão investindo no fortalecimento do ecoturismo na região, como forma de não apenas gerar renda aos moradores, mas, principalmente, para incentivar a preservação desse valioso patrimônio natural. Tanto os turistas como a própria Amazônia acabam ganhando com isso.

O ecoturismo pode ser praticado no Amazonas o ano todo, pois a sazonalidade que ocorre na floresta de várzea, local onde as comunidades vivem, oferece dois belos paisagismos, permitindo ao turista vivenciar a floresta em época de seca e de cheia (alagada).
Além das caminhadas na floresta, do passeio de canoa nas trilhas aquáticas, observando a beleza da natureza e os que vivem nela, o turista ainda usufruir da convivência com o homem da floresta conhecendo o seu modus vivendis e interagindo no seu dia-a-dia.

A prática do ecoturismo no Amazonas pode ser realizada na Reserva de Desenvolvimento de Mamirauá, no município de Tefé; na Aldeia dos Lagos, em Silves; na Comunidade de Ubim e Piranha, em Manacapuru; e nas comunidades de Janauary, Paricatuba e Acajatuba, em Iranduba.