Washington ? As regiões do genoma humano vinculadas ao desenvolvimento da depressão são 19, segundo um descobrimento realizado por cientistas americanos.

O estudo determinou que com o tempo se poderão desenvolver terapias farmacológicas pessoais que levem a corrigir alterações específicas das áreas do DNA envolvidas na formação da enfermidade mental.

O estudo, publicado na revista científica americana “Medical Genetics”, foi coordenado pelo professor de Psiquiatria George Zubenko, da Universidade de Pittsburgh.

O pesquisador e sua equipe analisaram o genoma de 81 famílias em que alguns de seus membros sofriam de depressão severa, com manifestação desde a juventude. Os cientistas individualizaram 19 regiões sobre os cromossomos envolvidos no desenvolvimento da alteração mental.

Segundo a pesquisa, ao identificar em cada indivíduo a região genética associada especificamente ao desenvolvimento da depressão será possível “realizar tratamentos aos quais certas pessoas com determinados fatores genéticos poderão responder melhor”.