Ao longo de nossas vidas, nossos pais, bem, a maioria, sempre apontou o “roteiro perfeito” do sucesso e da felicidade humana. O caminho sempre foi: cursar o ensino fundamental, cursar o ensino médio, cursar uma faculdade, conseguir um bom emprego e se aposentar, isso sem contar que muitos querem escolher o curso da preferência deles ou até mesmo a fila quilométrica dos concursos públicos (em nome da estabilidade ou resultados financeiros).

Para quem leu o livro “Pai Rico, Pai Pobre”, escrito por Robert Kiyosaki, um dos maiores best sellers sobre educação financeira, consegue compreender que a escola não ensina a lidar com dinheiro de maneira a produzir riqueza individual e coletiva. O Pai rico, por exemplo, ensina sobre a importância de ter iniciativa que gere seus rendimentos, estudar além do que é ensinado na escola, já o Pai pobre apenas diz: estude e tenha um bom emprego.

De forma alguma quero questionar tal roteiro, pois em muitos casos ele dá certo sim, mas hoje quero fazer você refletir um pouco mais sobre tudo isso.

O século 21 iniciou diferente, iniciou na era da informação rápida, precisa e eficiente, mas que muitas vezes é descartável, fútil e desafiadora. A comunicação constrói os setores políticos, sociais, econômicos e tecnológicos com uma força e velocidade que jamais pensaríamos que pudesse acontecer um dia.

Com isso, o ser humano aos poucos também vai evoluindo, analisando o que realmente é importante para si, o que realmente traz sucesso e felicidade, o que faz bem para o seu dia a dia e da sua família.

As pequenas e grandes corporações começam a absorver tudo isso de forma reta e pragmática, entendendo que se não se adequar a este movimento ficará para trás.

Na hora de produzir, publicitar ou até mesmo de que agregar seu corpo de colaboradores, as empresas já observam o quão é fundamental a qualidade de vida para um funcionário, a que núcleo pertence, quebra de paradigmas como abertura, cuidado e carinho com negros/afrodescendentes, idosos, membros das comunidades LGBTQIA+, entre outros. Tudo isso para mostrar que o que vale são os valores, os objetivos, a missão congruente com a missão e visão da empresa.

Além disso, o antigo olhar para grandes currículos pautados nos itens descritos no primeiro parágrafo, já não são tão importantes para as empresas; hoje o foco está nas soft skills, as habilidades e criatividades, a forma sustentável que se planeja e executa determinada ação; a inovação e a inteligência emocional para as mais diversas situações do cotidiano.

Sendo assim, como faço no meu Instagram Amigo de Negócios, quero destacar aqui algumas habilidades e dicas de como se qualificar para que você seja um profissional diferenciado no mercado e assim almejar novos cargos e projetos, manter-se no seu emprego ou conseguir uma nova vaga de trabalho:

1. Jamais pare de estudar: O profissional do futuro sempre está lendo, realizando cursos de capacitação e de aprimoramento, jamais deixa de estar antenado a novos conhecimentos.

2. Inteligência emocional: estudar, refletir e se preparar para os quatro elementos da inteligência emocional é uma das habilidades mais importantes para o profissional do futuro: Elemento 1 – Autoconhecimento: se conhecer, conhecer os limites, gostos, habilidades, objetivos, sonhos, é essencial para os negócios; Elemento 2 – Autogerenciamento: o poder da resiliência, controles sentimentais, de humor, e a resposta que você dá a determinadas situações do dia a dia; Elemento 3 – Consciência social: estar preparado e inserido nos mais diferentes níveis de consciência, onde fazer a diferença não só para si, mas para as outras pessoas em um ato de servir é o mais importante; Elemento 4 – Gestão de relacionamentos: como nós administramos conflitos, criamos conexões e vínculos com as pessoas e clientes.

Tudo isso passa pelo termo Soft Skiil, que nada mais é do que o conjunto de capacidades e habilidades humanas em lidar com situações e pessoas variadas no dia a dia.

3. Habilidades em tecnologia: esteja atento as novas tecnologias que contribui, como ferramentas, sistemas, aplicativos, softwares, maquinários e outros.

4. Pensamento crítico e criatividade: julgar a qualidade das informações, transformando-a em processos e ações executórias, trazem grandes resultados.

5. Habilidade de liderança e tomada de decisão: não é somente para aqueles que estão no topo de uma hierarquia corporativa, mas para todos os colaboradores de uma empresa que inspiram outros colaboradores.

São inúmeras as habilidades para você se tornar um profissional do futuro, mas a mais importante é a sua capacidade de jamais esquecer que o ser humano é um ser mutante, portanto, deve estar sempre em movimento criativo e de aperfeiçoamento.

Meu nome é Marlon Roza, sou seu “Amigo de Negócios”.