Neste mês de janeiro tenho como propósito te ajudar a organizar e planejar seu futuro, pois somente agindo neste sentido você conseguirá dar aquela guinada na sua vida e virar a chave para um futuro de sonhos e conquistas.

Na semana passada, trouxe aqui, no meu Blog Amigo de Negócios, seis dicas para organizar e planejar novos caminhos financeiros no intuito de quebrar o ciclo vicioso do desespero que assola sua vida há anos.

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Também trouxe semanas atrás, dicas para você criar renda extra, ação essencial para equilibrar suas contas e te proporcionar novos hábitos de negócios.

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Dando sequência nas ações de organização e planejamento financeiro, hoje, aqui no meu Blog Amigo de Negócios, quero trazer tudo que você precisa saber sobre a importância da Reserva de Emergência e como montar sua.

Ponto 1: Como o próprio nome já diz, a reserva de emergência são valores poupados para possíveis situações adversas na sua vida, como por exemplo: perda do emprego, reformas emergenciais, gastos com saúde, pandemia, projetos, entre outros.

Ponto 2: Com as contas em dia, ou próximo a isso, você precisa começar a investir na elaboração da sua reserva de emergência. Para isso, utilize-se da fórmula 50, 30, 20:
50% da sua renda para gastos fixos e essenciais, tais como: alimentação, água, luz e internet.
30% da sua renda para gastos variáveis, tais como: cinemas, restaurantes e tv a cabo.
20% da sua renda para investir, sendo o primeiro passo criar sua reserva de emergência.

Este percentual de 20% poderá ser de 10% iniciais se você ainda estiver organizando suas finanças.

Ponto 3: É de fundamental importância você entender a diferença entre o ato de poupar e conta poupança.

Por muitos anos os bancos nos ensinaram que quando sobra um dinheiro em nossas contas devemos correndo depositar em uma conta poupança para desejos ou necessidades futuras.

De forma unânime, nós, especialistas da área financeira e de negócios, indicamos que o primeiro passo a ser tomado é a criação da Reserva de Emergência analisando liquidez, rentabilidade e segurança.

Liquidez: Sua reserva de emergência deve ter liquidez diária, ou seja, você precisa guardar sua reserva onde poderá sacar a qualquer momento.

Rentabilidade: Não é o principal fator, mas é importante que a rentabilidade seja ao menos acima da inflação para que o resgate futuro seja compensador, e que a rentabilidade seja diária.
A conta poupança hoje rende menos do que a inflação, o que a torna um investimento ruim para sua reserva de emergência. Procure um Tesouro Selic, CDB, ou outros investimentos que utilize o CDI como índice de rentabilidade.
Segurança: O valor reservado precisa ter a segurança de não se perder pelas instituições ou motivos alheios a sua vontade.

Ponto 4: Calcular o quanto você deve poupar para sua reserva de emergência é fácil. Você deve verificar a média do seu custo fixo mensal, o quanto você tem de despesas mensalmente, e multiplicar por seis meses a quinze meses, dependendo dos seus objetivos.

Exemplo: Se você tem contas mensais de R$1.000,00, você precisa ter no mínimo R$5.000,00 guardado para eventualidades (reserva de emergência).

Lembre-se que para você alcançar sua independência financeira, realizar sonhos e ter uma qualidade de vida melhor só depende de suas ações e escolhas, então, escolha fazer a diferença neste início de ano, monte sua reserva de emergência.

Meu nome é Marlon Roza, sou seu Amigo de Negócios.