Não é de hoje que o brasileiro está acostumado a viver em meio a volatilidade da economia. A quebra de braço que a economia brasileira enfrenta diariamente com relação a política monetária, política fiscal e política cambial é sempre muito tensa.

Além disso, nos últimos dois anos a pandemia da Covid-19 “chacoalhou” as estruturas da macroeconomia no mundo todo; atualmente a inflação dificilmente é controlada por algum país, especialmente os países chamados emergentes em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Somado a isso temos a guerra na Ucrânia, sem contar que no Brasil enfrentaremos um ano eleitoral, onde os lados opostos se gladiam o tempo todo para subir ao planalto.

Já tem um ano que Banco Central, por meio das reuniões do COPOM (Comitê de Política Monetária), tem elevado a taxa de juros (SELIC) na tentativa de controlar a inflação. Atualmente a taxa é de 11,75%, podendo chegar a 13% ao final do ano de 2022 conforme previsões. Tal ação, além de controlar a inflação, controla a alta da moeda estrangeira, principalmente valorizando o real frente à moeda americana, refletindo, por exemplo, na baixa do preço das comodities como soja e café.

Por outro lado, outra faceta desta valorização da moeda brasileira e os juros mais altos é o interesse estrangeiro em investir valores em aplicações de renda fixa no Brasil, o que atrai um maior fluxo de capital estrangeiro por aqui.

MAS MARLON, AMIGO DE NEGÓCIOS, O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA PARA NÓS?

Recentemente expliquei em uma live no YouTube do Amigo de Negócios o quanto essa gangorra econômica pode baixar ainda mais o valor da moeda americana, visto que com o aumento da quantidade de moeda no mercado interno, aumenta a oferta. Com a grande quantidade de moeda americana no país cresce as expectativas do dólar chegar a ser negociado por R$4,50 a R$4,55, o que seria muito bom para o momento aos aplicadores brasileiros.

COMO ASSIM?

Conforme já destaquei acima, este é um ano eleitoral, as brigas serão ainda mais acirradas no segundo semestre, além disso, as economias estrangeiras estarão mais estáveis desacelerando o fluxo de investimentos estrangeiros no Brasil, a soma desses fatores pode elevar novamente a cotação da moeda americana chegando à cotação de R$5,20 a R$5,30, conforme estimam os especialistas.

Desta forma, muitos economistas apontam que a hora de adquirir fundos cambiais em dólar ou até mesmo comprar a moeda (aos poucos) com expectativa de rendimentos, é agora, isto porque a rentabilidade pode chegar aos 20% a médio prazo, o que é um bom negócio.

No Brasil as oportunidades vêm e vão, o que não podemos mais é ficarmos parados romantizando a economia ou a política brasileira. Se você olhar tudo isso com a paixão de um militante apaixonado, seja para qual lado tende a gostar, você pode continuar deixando o cavalo passar. Monte e siga ao seu destino de uma vida financeira mais estável e feliz.

Meu nome é Marlon Roza, sou seu Amigo de Negócios.