1º. A notícia que qualquer atleticano de bom senso estava aguardando: até a próxima sexta-feira (pode ser antes), Mario Celso Petraglia, senhor do Athletico, deve receber alta hospitalar. Retornará a Curitiba com o conselho médico de evitar motivos carreguem a sua emoção.

Depois do sucesso da cirurgia, nos últimos dias Petraglia só quis saber de um assunto no Athletico: os entendimentos do clube para fechar o acordo com Estado e Município da dívida da Baixada. Quando se trata da vida, tudo é secundário. Até o Athletico. O relevante desse fato é o retorno de Petraglia ao lar.

2º. Por não receberem salários (direito de imagem é salário), os jogadores do Paraná não concederam entrevista antes e depois do jogo do Figueirense. Com isso, pretenderam tornar público o atraso. Confesso que não consigo entender o mecanismo do dinheiro que entra no Paraná. Do que fatura, 20% vão para a Justiça do Trabalho, sobrando 80% para administrar a folha de jogadores e funcionários.

Em razão do Ato Trabalhista, há dois anos não paga dívidas com prestadores de serviços (ações cíveis). Das duas, uma: ou o dinheiro que entra é pouco, ou o que entra é mal administrado. E, o dinheiro da cessão dos direitos de Jhonny Lucas já terminou?

3º. Certa vez, um torcedor do Coritiba registrou em seu nome a marca Coxa. O então presidente Giovani Gionédis conseguiu recuperá-la, registrando-a como um bem patrimonial do clube. Agora, com a penhora das quotas do Coritiba S/A, a marca Coxa pode ser leiloada ou adjudicada por credores. Se as quotas do Coritiba S/A foram penhoradas, em que conta bancária o Coritiba depositará o dinheiro de bilheterias, publicidade, bares, sócios e de outras fontes? A diretoria comandada por Samir Namur deve resolver o problema.

4º. Depois da falha de Léo contra o Flamengo e contra o Palmeiras, o Athletico deve procurar um goleiro para a reserva de Santos. Isso se não precisar de um para substituir o próprio Santos. Já começam a chegar propostas pelo goleiro rubro-negro da Seleção.