Vivemos mais uma semana de frio em Curitiba. Nestes dias gelados, é preciso tirar a japona do armário, colocar mais um cobertor na cama e não esquecer de proteger os animais de estimação. Assim como os humanos, cães, gatos e outros pets sofrem com as baixas temperaturas.

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De acordo com a médica veterinária da Casa do Produtor Consuelo Martin Ferreira existem raças de cães mais preparadas para o frio como o Samoyeda, Husky e São Bernardo, assim como os gatos com mais pelos, como o Persa e Sagrado da Birmânia. No entanto, ter uma pelagem mais densa não é garantia de proteção contra o frio e as doenças que podem ser provocadas por ele.

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Durante o inverno, segundo Consuelo, as doenças mais comuns entre cães e gatos são traqueobronquite e pneumonia. Já os gatos ainda têm a possibilidade de desenvolver asma. “A aplicação da vacina da gripe nos cães pode evitar esses problemas. De uma forma geral, o mais importante é agasalhar os animais e deixar caminhas quentes longe de lugares úmidos e com muito vento”, resume a veterinária.

Evite deixar seu pet para fora, sem proteção, quando as temperaturas estão mais baixas. Foto: Pixabay

Sinais

Para saber se seu amigão de quatro patas está sofrendo com o clima frio, a veterinária indica ficar atento aos seguintes sinais: orelhas e as patas mais geladas que o normal, ataques de tremedeira, ficar encolhido em um cantinho, apresentar alterações no comportamento e dormir mais que o normal, entre outras atitudes atípicas.

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Quentinho e confortável

Cobertores e roupinhas são bem-vindos durante o inverno. Foto: Pixabay

Algumas medidas podem fazer com que seu pet passe o inverno numa boa, sem “congelar” nos dias mais frios da capital paranaense. Quer saber como? Anote então as dicas da veterinária da Casa do Produtor:

1. Se o tempo está muito frio para você, também estará para o seu pet. Mantenha-o em um lugar aquecido e quentinho durante o inverno.

2. Não deixe que o bichinho saia do banho morno direto para o ar gelado, para não sentir choque térmico. O ideal é secá-lo com secador e esperar um pouco para deixá-lo ao ar livre. Nos dias mais frios é melhor evitar o banho ou levar em a pet shop.

3. Mantenha seu pet agasalhado com roupinhas apropriadas ao clima, principalmente os cães de pelo curto.

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4. Se o seu pet estiver inquieto, tremendo, parecer ansioso, mais lento, fraco ou procurar lugares quentes para cavar, leve-o para dentro de casa imediatamente. Esses podem ser sinais de hipotermia. Se os sintomas persistirem, procure um veterinário.

5. As aves devem ficar em locais mais quentes, longe de correntes de ar, e a gaiola deve ser coberta com um cobertor. Outra alternativa é aquecer o ambiente com um aquecedor elétrico.

6. Animais filhotes e idosos, ou com algum problema de saúde são mais sensíveis e devem receber atenção redobrada no frio.

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7. Não deixe seu cachorro molhado. Na volta de passeios, sempre utilize uma toalha ou secador para deixá-lo sequinho.

8. Não descuide da alimentação, nem da água. Seu pet deve ser hidratado em todas as épocas do ano.

Adoção responsável

Foto: Divulgação.

Honey tem oito meses, já tomou duas doses de vacina e foi castrada. Dócil, ela adora brincar com outros cães e crianças. Para adotá-la, fale com a Priscila (41) 99870-6770.

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