Um dos assuntos que me fascina é sobre hipnose. Como pode uma pessoa consegue “controlar” outra com alguns métodos e técnicas? Confesso que tenho muito medo em participar de uma sessão hipnótica por sempre acreditar que dará algo errado e eu não voltarei à lucidez.

E o novo filme da Netflix, “Hypnotic”, que estreou semana passada no streaming, tem a hipnose como trama principal. O longa é um suspense dos mesmos diretores de “Vende-se Esta Casa”, Matt Angel e Suzanne Coote; e estrelado por Kate Siegel, atriz das séries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “Missa da Meia-Noite”.

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A história é sobre uma jovem que procura ajuda de um renomado hipnotizador. Após algumas sessões, ela descobre que está correndo sério risco de vida.

História curiosa e equipe de peso. “Hypnotic” tem tudo para ser um ótimo filme, não é mesmo? Mas não é. Explicarei por parte.

Vamos primeiro para o roteiro, a trama foi escrita também por Matt Angel e Suzanne Coote com ajuda de Richard D’Ovidio, mesmo roteirista do aclamado “Chamada de Emergência”. A sinopse é instigante, porém os roteiristas trazem um enredo simplório, fraco e com desfechos pragmáticos.

A direção também deixa a desejar. Não prende o público, é arrastado e quando engrena, já acabou o filme.

Sem contar a atuação. Fracas, forçadas e amadoras. Nem Kate Siegel salva. Conhecida por suas atuações em produções de terror, como as séries citadas acima, a atriz apresenta ao público uma protagonista sem graça, onde nem o próprio espectador torce por sua vitória.

Sabe aquele ditado, tinha a “faca e o queijo na mão”? Pois é, “Hypnotic” é o tipo do filme que poderia ter tudo para ser uma ótima produção da Netflix, mas cai na mesmice e se torna mais um longa pra ficar escondido no catálogo da marca.

Avaliação: ⭐⭐
Pra quem curte: Suspense
Pra assistir com: Amigos, crush ou sozinho
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