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Curitiba

Pais são surpreendidos com trigêmeos e agora eles precisam de ajuda!

Katia teve trigêmeos prematuros. Foto: Felipe Rosa/Tribuna do Paraná
Escrito por Giselle Ulbrich

Família foi surpreendida com gestação múltipla, numa alegria misturada com preocupação e agora precisa de toda ajuda possível

Para quem não estava programando uma gestação, imagina descobrir que está grávida. E ainda constatar que não é apenas um bebê, mas três, vindos de forma natural, sem inseminação artificial. Isso aconteceu com a vendedora Kátia Marques da Silva, 21 anos, moradora de Paranaguá, no litoral do Paraná, que já tinha uma filha mais velha. Mas por causa do susto, não planejado, Kátia e o esposo estão precisando de uma ajudinha com os bebês, Enzo, Helena e Heitor, que nasceram no dia 12 de fevereiro, numa cesárea de emergência em Curitiba. Fraldas, roupinhas, carrinho e até berço e armário de bebê são bem-vindos.

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Kátia e o esposo, Cristiano dos Santos, 31 anos, já tinham Eloá, hoje com 4 anos, que desde o início curtiu muito a gestação da mãe e a chegada dos irmãos. No ano passado, Kátia tinha recém-saído de um emprego, como vendedora, quando descobriu que estava grávida, quase com três meses. Com orientação médica, ela havia acabado de substituir um tipo de anticoncepcional por outro e nem imaginava que pudesse engravidar. Porém quando descobriu que gestava novamente, não lhe passou pela cabeça que eram três bebês vindo por aí.

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Emoção

Nas consultas, diz a vendedora, a médica encostava o aparelhinho na barriga de Kátia e dizia que ouvia apenas um coração batendo. A surpresa veio quando a jovem foi fazer a primeira ecografia e o médico constatou os três bebês: dois deles, Helena e Heitor, estavam dentro do mesmo saco gestacional. Enzo estava sozinho em outro. “Nossa, foi uma festa na clínica. O médico que fez a minha eco trabalha há 30 anos com isto e disse que nunca tinham passado trigêmeos pelas mãos dele. Ele ficou emocionado, chamou outro médico para confirmar as imagens. Minha irmã começou a gritar de felicidade e eu a chorar, de alegria, de nervoso, tudo junto. Mas depois que o susto passou, fiquei feliz demais”, contou a mamãe.

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Logo em seguida, em casa, ela contou a novidade ao marido. Cristiano não acreditou no início, pensou que era brincadeira da esposa. Quando viu o exame, ficou preocupado e nervoso, por serem três crianças. Mas logo superou o susto e a alegria tomou conta da casa. Aí é que “caiu a ficha” de que tanto na família dela, quanto na dele, havia histórico de gêmeos e que o casal estava “sujeito” a uma gestação múltipla.

Estenda a mão

Sem esperar a gravidez, a mãe precisa de ajuda. Foto: Felipe Rosa/Tribuna do Paraná
Sem esperar a gravidez, a mãe precisa de ajuda. Foto: Felipe Rosa/Tribuna do Paraná

Mas a alegria logo deu espaço para a preocupação. As ecografias de Doppler mostravam deficiência na circulação de sangue e oxigênio para Enzo. Por isto, Kátia ficou internada quase toda a gestação e precisou fazer uma cesárea com 28 semanas (7 meses). Os bebês nasceram muito pequenos – Enzo com 900 gramas, Helena com 1.050 gramas e Heitor com 1.150. Estavam saudáveis, mas precisaram ficar internados na UTI por causa da prematuridade. Helena foi a única que chorou quando nasceu. Já Enzo e Heitor não respiraram ao nascer e precisaram ser entubados.

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“Dá uma dó quando vou ver eles. Na semana passada eu peguei a Helena no colo pela primeira vez. Eles eu ainda não posso pegar”, conta Kátia, que precisa vir de Paranaguá a Curitiba para ver os bebês, que devem ficar internados no Hospital Evangélico até o fim de abril. E devido à situação financeira apertada, ela só tem condições de vir quando há vaga na van da prefeitura de Paranaguá para trazê-la, que geralmente vem três vezes por semana à capital.

Grana

A jovem parou de trabalhar um pouco antes de descobrir a gestação. O esposo trabalha como auxiliar de estoque durante o dia e garçom à noite. Cristiano consegue sustentar a casa, mas com a chegada dos trigêmeos, as coisas devem apertar para o casal, que está precisando de doações de fraldas (de todos os tamanhos, apesar de estarem usando só a tamanho RN por enquanto), roupinhas, berços (eles possuem apenas um berço “de camping”, para colocar os três bebês quando chegarem da maternidade), armário (pois na casa eles possuem apenas um guarda-roupas, onde guardam as roupas do casal, de Eloá e dos trigêmeos) e de carrinhos para transportar os bebês. E uma carona de ida e volta entre Paranaguá e Curitiba também ajudaria, já que nem sempre Kátia consegue vir na van da prefeitura.

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Como ajudar?

Quem quiser fazer doações para Kátia, pode fazer de duas maneiras:
Aqui na sede da Tribuna (Avenida Victor Ferreira do Amaral, 306, bairro Tarumã), que a gente entrega quando a mamãe vier a Curitiba.

Em Paranaguá, com a Kátia: Fone: (41) 9 9596-9857

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Giselle Ulbrich

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