O diretor do Rali/Dakar, Etienne Lavigna, emitiu opinião em torno da próxima edição do evento. “O Dakar descobriu a América do Sul em 2009. Topou com  uma terra de esplendor em que prosperou, encontrou as suas marcas e que continua a surpreender. A preparação da rota para 2011 deu-nos a confirmação da capacidade de admiração das paisagens, assim como o potencial esportivo dos terrenos a serem explorados.

Na Argentina, a corrida visitará cinco novas províncias. A rota virá próxima à fronteira com a Bolívia, levando os competidores até Jujuy, Salta e Tucuman: o mais leal destes gaúchos, terá andado com seu corcel digno de confiança por 17 das 23 províncias do país, no período de três anos.

O Chile também foi escolhido pelo Dakar para passar suas fronteiras. Do lado de Arica, no extremo norte do deserto do Atacama, os concorrentes estarão mais perto do Peru, para o dia descanso!

A experiência na América do Sul não é meramente uma corrida esportiva, mas um meio de troca de culturas também. 

O relacionamento que se desenvolveu entre a competição, os concorrentes e as duas nações que o recebe, imediatamente revelou uma cumplicidade espontânea.

“Diante da catástrofe que atingiu o Chile em fevereiro, o nosso choque logo foi temperado com humildade e dignidade que nos sentimos pelos nossos amigos latinos americanos. Voluntário e energético, apesar do sofrimento, o povo chileno contam com o Dakar para enxugar suas lágrimas”. Esperamos ser dignos de tal confiança, afirmou Etienne Lavigne, diretor do Dakar.”