A chegada da delegação do Flamengo ao Rio nesta quinta-feira foi marcada por um ambiente tranquilo, após a vitória por 1 a 0 sobre o Joinville, em Santa Catarina, pelo Campeonato Brasileiro. O bom resultado amenizou o clima de pressão que se instalava sobre jogadores e comissão técnica pela presença do time na zona de rebaixamento, que ao menos por enquanto é passado.

Muito questionado apesar de ter assumido o Flamengo há poucas rodadas, o técnico Cristóvão Borges ganhou sobrevida no cargo. Os ânimos dos torcedores também devem se acalmar. Na véspera do jogo, a sede do clube, no Rio, foi pichada com críticas e ameaças aos atletas.

Um dos destaques do jogo contra o Joinville, Marcelo Cirino vinha sendo cobrado pela torcida pela queda de rendimento em campo e por supostas noitadas, o que o atleta contesta. “Muita coisa que se tem dito sobre mim é mentira, mas sempre tive cabeça no lugar, estou muito tranquilo. E quando entro em campo, entro para fazer meu melhor”, afirmou durante o desembarque do time no aeroporto Santos Dumont, na zona sul do Rio.

O atacante ainda explicou o bom desempenho na última partida. “Reconheço que tive uma boa atuação, procurei ajudar da melhor maneira possível. O gol não saiu, mas minha movimentação e marcação ajudaram o time a sair com essa vitória”, avaliou.

A equipe rubro-negra volta a campo neste domingo contra o Figueirense, no estádio do Maracanã, no Rio. E vai precisar seguir mostrando poder de reação, uma vez que a equipe catarinense é uma adversária direta na parte de baixo da tabela de classificação e uma derrota pode levar o Flamengo de novo para a zona de rebaixamento.