Já cientes de que enfrentarão a Ponte Preta no estádio Romildo Gomes Ferreira, o Romildão, em Mogi Mirim, pela semifinal da Copa Sul-Americana, os jogadores do São Paulo minimizam a mudança e adotam o discurso de que o veto pouco afeta o desempenho dos dois times.

Para o zagueiro Antonio Carlos, é normal que os jogadores da Ponte fiquem desapontados por não terem à disposição o campo em que estão acostumados a jogar, mas ele não vê o fato como decisivo para dar alguma vantagem ao time da capital na série.

“Para a gente é indiferente, vamos jogar onde tivermos que jogar. Veja agora, jogamos contra o Flamengo fora de nossa casa (em Itu, quarta-feira passada, pelo Brasileiro) e nem por isso ficamos reclamando. O campo vai ser neutro, vamos ver como vai ser dentro de campo. Nosso pensamento é em apenas ganhar os jogos”, explicou o defensor.

Antonio Carlos já esteve em campo neste ano no Moisés Lucarelli e não reclamou das condições do gramado ou da estrutura dos vestiários. Para ele, a torcida da Ponte não deixará de prestigiar a equipe mesmo jogando fora de Campinas – Mogi Mirim fica a cerca de 40 minutos de carro.

“Joguei lá e estava bom, mas o problema é a capacidade. Dentro de campo, não tinha problema nenhum. Não sei se vamos tirar proveito de alguma coisa, mas acredito que dentro de campo não vai mudar nada; se for fora de Campinas a torcida da Ponte também irá”, comentou.