A volta aos gramados do volante Camacho foi muito comemorada no Athletico. Neste domingo (27), o Furacão goleou o Goiás por 4×1, na Arena da Baixada, e o jogador entrou aos 21 minutos da segunda etapa, sendo muito aplaudido e ovacionado pelo público presente. Inclusive, vestiu a braçadeira de capitão. Foram seis meses em que o atleta esteve fora de campo por conta da punição pelo uso involuntário de doping, um erro admitido internamente pelo clube.

O técnico Tiago Nunes fez questão de destacar a importância de Camacho, e também do zagueiro Thiago Heleno, para o grupo durante esse tempo em que ambos ficaram de fora. A última atuação do meia havia sido no dia 28 de abril, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro, diante do Vasco. Desde então, o Rubro-Negro participou de muitas disputas e teve muitas conquistas, como a Copa do Brasil, porém o treinador pontua que ainda que não tenham entrado em campo, os suspensos fizeram a diferença.

“A nossa conquista da Copa do Brasil passou muito pelo Thiago (Heleno) e pelo Camacho. O momento que eles viveram de muitas vezes nem poder treinar conosco e mesmo assim estarem presentes de outra maneira foi fundamental para manter o grupo mobilizado. Serviu de inspiração”, comentou.

O meia Léo Cittadini, companheiro de equipe e que foi titular na vitória em cima do Goiás, também destacou o esforço dos jogadores em se manterem em alto nível durante o período de suspensão e contou sobre a alegria de acompanhar o momento de volta de Camacho.

“Fiquei feliz em vê-lo correr em campo, como quando o Thiago (Heleno) voltou. Os dois foram extremamente profissionais. Eles se dedicaram muito, mesmo sem saber quando voltariam. Foi maravilhoso vê-lo entrar em campo. A torcida foi maravilhosa na forma que recepcionou ele”, falou o atleta.

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Thiago Heleno voltou a jogar no início do mês, no dia cinco de outubro, contra o Bahia. Desde então, já foram cinco jogos em que ele atuou. O treinador reforçou que os dois merecem o carinho do público pelo exemplo que deram de superação a todo o grupo.

“Quando eles foram liberados para treinar conosco, mesmo sem saber quando jogariam, tinham uma intensidade muito alta. Foi difícil vê-los fora, mas foi prazeroso ver a dedicação que tiveram pelo grupo. Foi emocionante ver o Camacho entrar e presenciar a reação da torcida”, finalizou.

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