Felipe Aguilar será o 12º jogador colombiano a vestir a camisa do Athletico. O zagueiro de 27 anos chega do Santos com o status de contratação mais cara da história do clube – custou R$ 10 milhões por 50% dos direitos. 

A história do Furacão com os jogadores da Colômbia teve início com o olheiro Borba Filho, contratado para garimpar talentos no continente enquanto o Rubro-Negro disputava a Libertadores. Por isso, entre 2005 e 2007, uma legião de sul-americanos desembarcou no CT do Caju.

Veja como foi a passagem de todos os colombianos pelo Athletico:

Ferreira

David Ferreira foi o colombiano que teve maior sucesso no Athletico. Foto: Arquivo

O baixinho infernal foi quem mais deu alegria aos atleticanos. E também quem impulsionou a busca do clube por jogadores colombianos. Principalmente na sua primeira passagem, entre 2005 e 2007.

Depois de uma saída para o futebol dos Emirados Árabes, Ferreira voltou ao Furacão, em 2008, com atuações mais discretas. Ele foi criticado pela torcida e saiu magoado na época: “Alguns torcedores esquecem muito rápido”, declarou antes de ir para o FC Dallas, do EUA.

Valencia

O volante ficou três temporadas e meia no Furacão. Na maioria dos jogos, foi titular. Era um jogador que se destacava mais pela força física do que pela técnica.

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Daniel Hernández

Daniel Hernandez ficou um ano no Athletico. Foto: Albari Rosa/Arquivo

O meia se destacava pela técnica, mas tinha um problema sério de intensidade. Alternava com bons momentos, como em cobranças de escanteios, com períodos apagados na partida. Saiu sem deixar muita saudade.  

Anderson Plata

Anderson Plata não conseguiu espaço no clube. Foto: Albari Rosa/Arquivo

O último colombiano a passar pelo Furacão não rendeu nada. Fez oito jogos entre 2018 e 2019. Chegou a atuar pelo time de aspirantes no Estadual e não mostrou futebol. 

Samuel Vanegas e Jorge Serna

Serna em ação pelo Furacão, em duelo contra o Corinthians. Foto: Arquivo

Ambos chegaram em 2010 e custaram US$ 100 mil. O zagueiro Vanegas havia sido campeão da Libertadores pelo Once Caldas, sendo inclusive o capitão na conquista, em 2004.

Já o atacante Serna já havia defendido a seleção e vinha de uma temporada no Envigado, quando marcou 14 gols em 24 jogos. Ambos foram dispensados quatro meses depois após poucas atuações. 

Marín

Marín disputou a Libertadores em 2005. Foto: Arquivo

O lateral-esquerdo teve um bom início e tinha uma bola parada forte. Mas Marín perdeu posição durante a Libertadores para Marcão. Ficou apenas um ano no clube e fez 25 jogos.

Navarro Montoya

Navarro Montoya em sua apresentação no clube. Foto: Arquivo

A passagem do goleiro fanfarrão foi meteórica por Curitiba. Contratado em 2006, já aos 40 anos, ele ficou cinco meses no Furacão e fez apenas três jogos. Pediu para sair depois de cansar de esquentar o banco de Cléber.

Viáfara

Viáfara ficou menos de um ano no Rubro-Negro. Foto: Arquivo

O goleiro, que se firmou no Vitória, iniciou sua trajetória no Brasil no Athletico, em 2007. Gostava de se arriscar com os pés e teve uma passagem sem sucesso, com 20 jogos, pelo clube paranaense.

Dayro Moreno

Moreno em treino do Athletico. Foto: Arquivo

Em 2007, o atacante teve uma passagem meteórica pelo Furacão. Fez um gol em dois jogos. Em entrevista à ESPN, em 2017, Borba Filho disse que Moreno foi demitido por “dormir demais” e que o colombiano não se adaptou ao ritmo de treinos no Brasil.

Sérgio Herrera

Mais um atacante que não deixou saudade no Athletico. Chegou em 2006 e ficou apenas meia temporada no clube. Marcou um gol em 16 jogos.

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