Deu a lógica. O Athletico é bicampeão paranaense. Ao vencer o Toledo, na tarde deste domingo (21), na Arena da Baixada, o Furacão coroa o planejamento feito desde 2013 com exceção de 2016 -, onde coloca um exército de aspirantes na disputa estadual. Um grupo mais jovem, que ainda está atrás de um futuro melhor, mesclado com atletas experientes, que perderam espaço e estão atrás de uma retomada.

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Com a melhor campanha do Paranaense e o melhor ataque, a equipe do jovem técnico Rafael Guanaes fez por merecer, mesmo tendo que reverter a vantagem de 1×0 conquistada pelo Toledo, na partida de ida da grande decisão do Estadual.

Para levantar a taça, o Athletico passou por poucas e boas. O próprio Guanaes foi vítima da dúvida do seu torcedor. Como comandar uma equipe e evitar a comparação com o trabalho feito por Tiago Nunes no ano passado? Pois bem, o começo não foi nada fácil. A eliminação precoce na Taça Barcímio Sicupira deu mostras de que o treinador teria alguns obstáculos pela frente.

Não só ele. O Paranaense foi uma prova muito importante para jogadores como o goleiro Léo, que alternou bons e maus momentos durante a disputa. Ou então o meio-campista Marquinho, que ficou mais de um ano sem jogar futebol, voltou “penando” e conseguiu fechar a competição como líder e grande atleta do elenco de aspirantes. Até mesmo o atacante Bergson, que acabou sendo “rebaixado” ao time alternativo e fez os seus gols.

O bom momento do técnico e seus comandados foi mesmo na Taça Dirceu Krüger. Foi o melhor futebol mostrado neste Campeonato Paranaense. Vitórias acachapantes, bom desempenho defensivo e excelentes jogadas no campo do adversário. Resultados: 8×2 no Toledo, 4×0 no Maringá, 3×0 no Operário.

Um pouco de sustos no 2×1 sobre o Foz do Iguaçu, que sacramentou a classificação para as semifinais e a “largada dos bets” contra o Londrina, na derrota por 4×1, que já não valia nada.

Na fase seguinte, o Furacão passou com facilidade pelo Rio Branco ao golear por 3×0 e na final fez um clássico Atletiba complicado. A classificação suada para a grande decisão só veio nas penalidades. No pega pra capar, contra o Toledo, o Rubro-Negro foi apático no primeiro jogo, perdeu por 1×0 e voltou com a cabeça inchada pra Curitiba. Mas, na Arena da Baixada a história foi diferente. Vitória e título nas mãos. O Athletico é bicampeão paranaense novamente com o seu time alternativo.

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