O presidente do Conselho Deliberativo do Athletico, Mario Celso Petraglia, foi o representante do clube no sorteio dos grupos da Libertadores de 2019, na sede da Conmebol, no Paraguai. E o dirigente não se mostrou preocupado em ter logo de cara o Boca Juniors, da Argentina.

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Embora tenha admitido que o adversário é uma das potências do Grupo G, o cartola atleticano ressaltou que o que vai definir os classificados para as oitavas de final são os jogos e não o sorteio em si.

“Quem está na chuva tem que se molhar. Vamos para a Bolívia, para a Colômbia, faz parte. Quem quiser ganhar, tem que se habilitar, jogar e bola para frente. Sorteio é isso, alguns ficam felizes, outros não. Temos que nos preparar e jogar. Estou feliz, sorteio não define nada, o que define é jogo. Cada partida tem sua história e vamos para frente. O importante é estarmos aqui”, afirmou Petraglia.

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Além do Boca, o Furacão terá pela frente o Jorge Wilstermann, na altitude da Bolívia, e o Deportes Tolima, da Colômbia. O Rubro-Negro nunca enfrentou nenhum dos três adversários.

Pablo

Questionado sobre o futuro do atacante Pablo, que está negociado com o São Paulo, Mario Celso Petraglia despistou e disse que apenas quando chegar em Curitiba, nesta terça-feira (18), é que vai definir a transferência, mas ressaltou que o atleta jogará no Brasil em 2019 por opção própria.

“Estou fora de Curitiba, não há definição de nada. Vamos aguardar e a partir de amanhã (terça-feira) vamos estar no ar novamente. Ele demonstrou vontade de não sair do Brasil, porque é recém-casado, a esposa está grávida e ir para outro país é complicado. Tivemos propostas do exterior, mas ele prefere ficar no Brasil e prevalece a vontade dele”, completou o dirigente.

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Mais cedo, o presidente do Conselho Deliberativo já havia admitido que o Athletico não tinha condições financeiras para cobrir as propostas salariais do São Paulo. “Não temos condições de caixas que esses grandes clubes têm condições de pagar”, afirmou ele, em entrevista à Fox Sports.

Os valores ainda não foram revelados, mas gira entre R$ 7 e R$ 8 milhões de euros, além de poder envolver jogadores por empréstimo na negociação.

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