O elenco do Atlético espera um jogo mais aberto contra o Fluminense, domingo, em relação ao confronto com o Goiás, que ficou na defensiva, dificultando a chegada ao gol.

Os atletas apostam em um jogo mais igual, pela necessidade de vitória da equipe carioca, que hoje soma 53 pontos e precisa vencer para recuperar a liderança do Cruzeiro, que tem 54 pontos.

“É mais difícil você jogar com quem está na parte de baixo da tabela. Eles jogam atrás e depois se desorganizam quando tentam chega ao gol. Quem está na parte de cima deixa jogar e a Arena nos deixa mais forte”, disse Élder Granja.

O capitão Paulo Baier, que tem cobrado os colegas veementemente dentro de campo para levar o Furacão às vitórias, também avalia que será um jogo com ingredientes para ser o melhor da rodada.

“São dois times que vão jogar para frente, buscando o gol”, avaliou. “A cobrança tem que existir, não vou deixar de cobrar. Depois que acabar o jogo a gente se abraça, mas dentro de campo é um cobrando o outro para levar nosso time à vitória”, completou, referindo-se à necessidade que o Atlético tem de vencer para se manter no G4.

A vitória sobre o Fluminense coloca o Atlético ainda mais próximo dos líderes da tabela e da conquista de uma vaga efetiva na Copa Libertadores. Para isso, Sérgio Soares quer o elenco obcecado pela vitória.

“Daqui para frente, teremos jogos decisivos e a preparação tem de ser diferente. Temos que estar focados na zona da Libertadores e agora não tem para ninguém não. Vamos manter o ritmo para conquistar esta vaga. Temos que ser obcecados”, disse o técnico Sérgio Soares.

Marcação

O jogo mais aberto pode ser uma arma para o Fluminense, que tem o meio-campista argentino Conca um dos melhores da posição, neste Brasileiro. Por isso, os jogadores do Furacão já estão atentos ao adversário que terá marcação cerrada.

“Tem que marcar ele forte, em cima. No jogo contra o Goiás fizemos boa marcação, mas tomamos gol no finalzinho. Se a marcação não estiver encaixando por zona, na hora definimos pela marcação individual. Isso se resolve conversando dentro de campo”, explicou Vítor.