O Atlético tem um confronto direto com o Bahia hoje, em Salvador, às 20h30, para fugir da zona do rebaixamento. É fundamental vencer o adversário, que é o primeiro fora da ZR, para impedir que ele abra sete pontos de vantagem. O Furacão precisa ainda correr atrás dos pontos que perdeu em casa ao empatar por 0 x 0 contra o Figueirense no final de semana.

Nas contas para fugir da degola, o Atlético tinha com objetivo vencer todos os jogos em casa, mas esse plano já foi alterado depois de empates contra Figueira e Palmeiras. Agora, o time precisa recuperar esses pontos como visitante, assim como fez quando venceu o Flamengo.

Para este jogo, o capitão Paulo Baier entra como titular. Por outro lado, o técnico Antônio Lopes perde o meio-campo Cléber Santana, que pegou dois jogos de suspensão no julgamento do STJD ontem e cumpre a segunda partida contra os baianos. No ataque, a novidade é o uruguaio Santiago Morro García, que volta depois de mais de um mês em recuperação.

Para o técnico Antônio Lopes não significa que o jogo com o Bahia é mais importante nesta se delicada, ou até mais dramático que os demais, por representar um confronto direto. “Todos os jogos são importantes, decisivos. O grupo tem que ter em mente que tem que entrar sempre como se fosse decisão de campeonato”, frisou Lopes.

Paulo Baier também faz uma alerta sobre tropeços, principalmente em casa, e que tornam a situação do Furacão cada vez mais delicada. “Não tem mais [tempo para erros], está afunilando, perdemos dois pontos dentro de casa e agora temos que jogar para vencer o Bahia para que consiga repor estes pontos perdidos”, reforçou.

Pela necessidade emergencial de pontuar, Baier quer os colegas enfrentando a equipe baiana como um adversário de campeonato mundial. “É um jogo decisivo e temos que encarar como se fosse decisão de Copa do Mundo, porque é assim que tem que ser”, reforçou Baier.

Jogando como titular hoje, o Maestro admite que ainda precisa de ritmo de jogo, mas na atual situação, para ele, não há sacrifício que não valha a pena. “[Contra o Figueirense] depois de dois piques que eu dei estava quase morto. Treinar é uma coisa, jogar é bem diferente. Mas espero pegar mais ritmo contra o Bahia”, finalizou.