O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), confirmou a denúncia ao Atlético pelo ato político no jogo diante do América-MG, no último dia 6. Quem apresentou a acusação contra o clube foi o procurador do Tribunal, Felipe Bevilacqua, que considerou irregular a ação em que os jogadores do Rubro-Negro – com exceção do zagueiro Paulo André – entraram em campo para a execução do hino nacional com camisas amarelas com os dizeres “Vamos todos juntos por amor ao Brasil”.

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Segundo Bevilacqua, o Furacão deveria ter solicitado autorização para a realização do manifesto para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) 48h antes da partida. O clube chegou a fazer o pedido, porém teve a solicitação negada devido ao prazo não ser o regulamentar, uma vez que a solicitação foi feita apenas na véspera do confronto.

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A data para o julgamento não está definida e uma possível punição pode ser apenas uma multa financeira, embora o clube tenha corrido o risco de até perder pontos no Campeonato Brasileiro, principalmente por ser reincidente. Em julho, o Atlético foi punido pelo fato de o goleiro Santos ter utilizado um celular em campo. Com isso, o Furacão pode até ter que pagar R$ 100 mil por novamente não cumprir o regulamento da competição.

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O presidente do Conselho Deliberativo do Furacão, Mario Celso Petraglia, publicou em suas redes sociais que o ato não foi partidário, mas sim político, a favor do Brasil e que poderá realizar outras ações semelhantes. No entanto, o dirigente já havia manifestado apoio ao candidato do PSL à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, já que a frase remete ao slogan da campanha do postulante ao cargo.

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