“Athlético?” Furacão com novas cores? Tudo isso foi completamente descartado pelo Conselho Deliberativo do Atlético, na manhã deste sábado, na reunião com os conselheiros no CT do Caju. A grande proposta da diretoria era a mudança no escudo do clube, conforme já adiantado pela Tribuna do Paraná, na última sexta-feira. O novo símbolo foi colocado em votação e aprovado pela maioria, mesmo sem ser apresentado. As novas camisas serão lançadas na próxima terça-feira, um dia antes da grande final da Copa Sul-Americana, contra o Junior Barranquilla, da Colômbia, apenas para conselheiros e convidados.

A tendência é que o time não entre em campo com o novo uniforme na decisão da competição internacional.

Tribuna teve acesso ao esboço do possível logotipo do Furacão. A imagem está cortada e falta o E do “Paranaense”. Foto: Reprodução
Tribuna teve acesso ao esboço do possível logotipo do Furacão. A imagem está cortada e falta o E do “Paranaense”. Foto: Reprodução

As mudanças nas cores do clube foram levantadas por Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo, em entrevista recente à Rádio Transamérica. Na época, as declarações caíram como verdadeiras bombas para a torcida, que passou a criticar ainda mais o cartola. Entretanto, dias depois, as alterações já haviam sido descartadas. O que passou a ser ventilado então foi a mudança na grafia do nome do Atlético. A letra “H” seria incluída depois do “T” e antes do “L” para diferenciar de outros clubes. Boato que também nem foi colocado em jogo no encontro entre os conselheiros.

O possível escudo já com as cores do Furacão. Foto: Reprodução
O possível escudo já com as cores do Furacão. Foto: Reprodução

A mudança no uniforme foi revelada pelo clube por meio de um vídeo promocional, divulgado em suas redes oficiais na última semana, que chegou a polemizar com outras grandes agremiações do futebol brasileiro, como Corinthians, São Paulo, Grêmio e Flamengo.

Em entrevista ao Uol, Petraglia garantiu que não foi uma provocação aos clubes. “Estamos dizendo que somos diferentes. Temos o maior respeito pelos clubes. É uma coisa da nossa cultura de ter ambição de não se conformar com a desigualdade”, disse o dirigente.

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