O Atlético começa a semana sonhando com o G6 do Campeonato Brasileiro. No sábado (10), o Furacão bateu com tranquilidade o Cruzeiro por 2×0, na Arena da Baixada, e tem agora 46 pontos somados na classificação. Antes da continuação da rodada, ontem, o Furacão chegou a ocupar o sexto lugar da tabela, que garante vaga na Libertadores. No entanto, o empate em 1×1 entre Atlético-MG e Palmeiras fez o Galo empurrar o time paranaense pra sétimo, lugar que pode ser tomado hoje pelo Santos, que pega a Chapecoense no encerramento da 33ª rodada.

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Mesmo que não tenha conseguido se manter na zona de classificação pro almejado torneio internacional via Brasileirão, a vitória sobre o Cruzeiro comprovou que o Atlético não está pra brincadeira. Na Sul-Americana, outra via de acesso para a Libertadores, o time abriu vantagem na semifinal contra o Fluminense e decide quem vai à final no dia 28, no Maracanã.

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Restando cinco jogos para o fim da Série A, o Rubro-Negro mostrou que tem totais condições de fechar a competição entre os seis melhores, mas vai ter que superar o tabu de não ter vencido fora de casa ainda para garantir lugar na competição nacional. Com um salto impressionante no rendimento no período pós Copa do Mundo, o Atlético passou de um time na zona de rebaixamento, limitado, que brigaria apenas para não cair – era o penúltimo, com nove pontos -, a uma equipe com aspirações de topo de tabela.

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O auxiliar técnico Evando Fornari, que comandou o time diante da Raposa, já que Tiago Nunes cumpriu suspensão devido à expulsão na partida contra o Internacional, ressaltou que essa mudança drástica no comportamento da equipe deve entrar “na conta” dos jogadores.

“O mérito maior é dos atletas. Eles que jogam e se doam. A gente está feliz pelo momento, conseguimos construir isso em conjunto”, explicou. Nunca é demais lembrar que foi Tiago Nunes que assumiu o time justamente nesse período e foi com o técnico que o Furacão conseguiu essa virada.

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No jogo diante do Cruzeiro – que tem os mesmos 46 pontos na tábua, mas fica atrás devido por ter uma vitória a menos -, ficou evidente que a principal estratégia do Rubro-Negro era impor um ritmo forte de jogo e buscar a vitória desde o começo. Apostando na intensidade já no início da partida, o Furacão decidiu o jogo ainda na primeira etapa, com gols de Marcelo Cirino e Raphael Veiga.

Restam, para o Furacão, três jogos fora e dois em casa para fechar o Brasileiro. Com um aproveitamento ruim longe da Baixada – são seis empates e dez derrotas como visitante – Fornari explicou que o time está focado em conseguir ser efetivo também longe de Curitiba.

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“Pensamos muito em rendimento e resultado. Fizemos ótimos jogos fora, mas não conseguimos vencê-los. É uma reta final e vamos nos preparar para conquistar esses pontos importantes”, disse o auxiliar técnico, que sabe que os dois próximos compromissos serão cruciais para definir a situação do Atlético na disputa.

“Agora nós temos dois jogos importantes pela frente, os dois fora, vamos buscar para somar pontos e brigar até o final do Brasileiro pela vaga na Libertadores. Fechamos o campeonato contra o Flamengo e vamos lá para ganhar”, arrematou.

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A próxima partida do Atlético no Brasileirão será nesta quarta-feira, diante do Vasco, em São Januário, a partir das 19h30. Depois, o Furacão vai a Salvador encarar o Vitória.

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