O Atlético tem até hoje para quitar a dívida de R$ 226,1 milhões que é cobrada pela Fomento Paraná, sob o risco de ter seus bens – Arena da Baixada, CT do Caju e recebíveis do estádio – penhorados pela Justiça. O clube informou que já procurou a instituição financeira estadual para negociar a dívida e a tendência, no entanto, é de que o clube utilize o prazo de 15 dias que tem para embargar a execução.

Além disso, o Atlético informou ainda que a responsabilidade em repassar o dinheiro das parcelas é da Prefeitura de Curitiba, através da venda de potencial construtivo que foi dado de garantia pelo poder municipal no acordo tripartite assinado entre Município, Governo do Estado e CAP S/A. Mesmo assim, independentemente se há ou não atraso no repasse da Prefeitura para a Fomento Paraná, os juros e as multas que constam em contrato estão sendo aplicadas e a dívida do Atlético tende a aumentar.

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Através de nota oficial, a Prefeitura de Curitiba garantiu que está repassando regularmente os recursos oriundos da venda de potencial construtivo a medida em que são comercializados. Ainda de acordo com a nota, até julho deste ano, o valor repassado total foi de R$ 20,6 milhões.

Petraglia

O presidente Mário Celso Petraglia usou a sua conta no Twitter para se pronunciar sobre o assunto. Ele não perdeu a oportunidade de atacar a imprensa. “Logo o caso Fomento mal divulgada (sic) pela imprensa marrom será esclarecida! O CAP tem contratos com atos jurídicos que asseguram seus direitos!”, disse.

Demissão

O Atlético divulgou uma nota comemorando a demissão do gerente executivo da Lanik S/A, César França, e classificou a atuação do executivo da multinacional como “atabalhoada” e “desorientada”.