Assim que o nome de Héber Roberto Lopes foi anunciado, o Furacão tratou de enviar um ofício à CBF pedindo a mudança na escala para o jogo contra o Goiás. Em vão.

“Confiamos em nosso quadro de árbitros e no Héber Roberto Lopes. Não estamos brincando de fazer futebol e não haverá qualquer mudança”, sentenciou Sérgio Corrêa, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

Mas o Rubro-Negro tem certa razão em cobrar. O árbitro, que deixou o quadro da Federação Paranaense de Futebol em 2012 para filiar-se à Federação Catarinense de Futebol causa descontentamento desde 1999.

Héber apitou, ao todo, 11 clássicos diante do Coritiba, maior rival atleticano. E o Atlético só venceu um deles, no segundo jogo da final de 2008, no triunfo por 2×1 – insuficiente para ser campeão naquela temporada. De resto, seis vitórias do Coxa e quatro empates.

Equilíbrio sem Héber

Nos outros 34 Atletibas desde 1999, sem a presença de Héber na partida, o equilíbrio marcou o restrospecto: 12 vitórias do Atlético, dez empates e 12 vitórias do Coritiba.

Já em cinco dos clássicos com Héber, o Furacão reclama que foi prejudicado pelo árbitro, que teve erros que influenciaram, de acordo com o clube, no resultado adverso da partida. Além desses, a torcida ainda relembra outros 12 jogos com problemas detectados pela arbitragem, entre duelos diante do Paraná (seis vezes), Francisco Beltrão, Roma, Galo Maringá, Cianorte, Iraty e Arapongas.

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