Barranquilla (Colômbia) – Se nos estádios de Curitiba a pipoca, a pizza e os sanduíches em geral são as comidas preferidas dos torcedores, na Colômbia, a cultura é bem diferente no que diz respeito ao que se come durante as partidas. No estádio Roberto Meléndez, em Barranquilla, o público tem mais opções e que variam de acordo com a fome e com o bolso de cada um. Sem contar que a tradicional cerveja bem gelada também é liberada em solo colombiano.

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A reportagem da Tribuna do Paraná, na cobertura da primeira partida da final da Copa Sul-Americana entre Junior Barranquilla e Atlético, nesta quarta-feira (5), acompanhou de perto tudo o que os torcedores podem comer durante a partida. São opções doces e salgadas, além dos tradicionais salgadinhos, sejam eles industrializados ou as famosas papas (batatas) fritas na hora.

Para o torcedor que quer comer bem, mas não quer gastar muito, são várias opções. Uma delas é a Butifarra. A comida é de origem espanhola, mas que tem uma preparação diferenciada na Colômbia. É servido, na verdade, como um aperitivo e é feito com tripa de porco recheada com bacon picado, açúcar mascavo, sal de salsicha e temperos próprios. A porção custa 3 mil pesos colombianos, cerca de R$ 3,70.

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O famoso espetinho vendido nos estádios do Brasil também são vistos na Colômbia, mas de maneira diferenciada. O Chuzo é vendido por 5 mil pesos colombianos (Cerca de R$ 6). Pelo mesmo valor, tem também o Patacon Relleno, que é feita de uma massa de banana verde e recheado com carne. A Papa Rellena (batata recheada) também é uma boa opção de lanche e é uma das mais tradicionais comidas colombianas saindo por apenas 3 mil pesos cada.

O Chuzo é o tradicional espetinho colombiano, diferente do brasileiro. Foto: Albari Rosa
O Chuzo é o tradicional espetinho colombiano, diferente do brasileiro. Foto: Albari Rosa

Estádio que se preze tem que ter o bom e velho cachorro-quente. Na Colômbia, é chamado de Perros e custam R$ 6 mil pesos colombianos (R$ 7,50). É, segundo o vendedor ambulante do estádio, Edu Maldez, a opção mais procurada pelos torcedores. “É um dos mais pedidos durante os jogos, pois é mais fácil de comer e já estão prontos nas bancas”, informou.

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O duelo entre Furacão e Junior Barranquilla, que terminou empatado em 1×1, começou às 19h45, no horário local. Teve torcedor que saiu direto do trabalho para o estádio e procurou por pratos maiores e mais elaborados. Um deles é a Mazorca, que são pratos com frango, batalha palha e um molho especial. Neste caso, o preço é de 10 mil pesos colombianos (R$ 12,45).

Mais elaborado e com mais quantidade, os Chuzos são opções para quem quer ter, de fato, uma refeição. Ele pode vir acompanhado de carne, de frango ou com as duas opções. Também compõem o prato batata palha e arepas, que é outra iguaria colombiana e é feito com massa de pão feito com milho moído. O preço dos Chuzos é de 13.500 pesos colombianos (R$ 16,80).

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Tem também as opções doces dentro do estádio. A mais tradicional, sem dúvida, é a Oblea. É uma sobremesa feita com passa de waffle em forma de disco, comida em duas partes e recheada com doce de leite. Neste caso, as massas já estão prontas e o vendedor ambulante faz o preparo na hora.

Para beber, o torcedor colombiano está na frente do brasileiro. A cerveja nos estádios da Colômbia não é proibida e é sucesso nas arquibancadas. Para quem não ingere bebida alcoólica, as principais opções são água e gasosa de vários sabores. A venda de bebidas é grande, já que Barranquilla é quente durante o dia todo e a umidade do ar é baixa.

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