O presidente do conselho deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia, entrou em contradição em relação ao ato político realizado na Arena da Baixada no último dia 6, antes da partida contra o América-MG. Se em um primeiro momento ele negou que repetiria a ação, em outro, por meio de suas redes sociais, enfatizou que continuaria defendendo sua visão partidária.

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Um dia antes das eleições no Brasil, quase todo o elenco atleticano entrou em campo antes da partida contra a equipe mineira para a execução do hino nacional, vestindo camisas amarelas com a frase: “Vamos todos juntos por amor ao Brasil. A ação foi vista pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) como apoio político ao candidato Jair Bolsonaro, do PSL, e o Rubro-Negro foi denunciado.

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Petraglia meteu a boca na imprensa em sua conta no Facebook. Foto: Reprodução/Facebook
Petraglia meteu a boca na imprensa em sua conta no Facebook. Foto: Reprodução/Facebook

O único jogador que não aderiu ao protesto foi o zagueiro Paulo André, que já tinha publicado em suas redes sociais que é contra o candidato citado. Ele, inclusive, assinou um manifesto a favor da democracia e contrário a Bolsonaro. O camisa 13 vestiu um agasalho preto por cima da camiseta que os jogadores foram orientados a vestir.

Após a denúncia do STJD, o mandatário do Rubro-Negro falou ao jornal Gazeta do Povo que não promoveria mais nenhum ato parecido. “Não! Agora só temos dois candidatos. Antes apoiamos o Brasil democracia”, respondeu via WhatsApp, na quinta-feira (11).

Porém, no sábado (13), Petraglia utilizou sua conta no Facebook para reafirmar seu posicionamento político, alegando que fará outras alusões a sua opinião, citando, inclusive, o slogan do candidato por ele defendido.

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“Como sempre a imprensa despreparada e tendenciosa da nossa aldeia continua a criar versões e factoides! A entrada em campo com a camisa amarela não foi um ato partidário, foi um ato político de amor ao Brasil! Como aquele teremos outros! Brasil acima de tudo”, escreveu o presidente.

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