O presidente do Atlético, Luiz Sallim Emed, pediu espaço às emissoras de rádio que acompanharam o empate em 0x0 com o Grêmio, em Porto Alegre, no último domingo (20), para criticar a Arena do Grêmio. O mandatário do Furacão frisou o cuidado com a manutenção do estádio do tricolor gaúcho e comparou com a Arena da Baixada.

“Se perceber, o estádio é praticamente da mesma idade e percebe, sem querer ser deselegante, uma falta de cuidado. O entorno também é completamente diferente. Parece que tem 20 anos, está mais deteriorado. Se olhar as placas, está poluído e dá a sensação de pichação. As cadeiras azuis estão, com a grande parte, desbotadas e isso vai comprometendo. A manutenção é da parceira do Grêmio (a construtora OAS) e não tem o cuidado que nós temos na Arena. É muito cara a manutenção, o Atlético é responsável e não tem nenhum investimento público. A nossa mulher paranaense está ganhando da gaúcha”, criticou Emed, em entrevista à Rádio Banda B.

Ainda segundo o presidente, além de a a Arena da Baixada ser melhor cuidada que o estádio do Grêmio, a grama sintética e o teto retrátil são também diferenciais do Joaquim Américo. Sobretudo o piso artificial do Caldeirão, que foi contestado por clubes adversários, alegando uma vantagem técnico do Rubro-Negro.

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No entanto, o dirigente garantiu que o time rubro-negro nunca levou vantagem, visto os resultados negativos colhidos em casa pelo clube nesta temporada. “Os próprios jogadores, que são os principais atores, comentam isso. A grama sintética não tem vantagem técnica e isso acabou desmitificando. Tivemos resultados muito bons dentro de casa e se atribuiu a isso. Fica comprovado que o pessoal que joga lá não se vê diferença”, finalizou Emed.