Depois de ter sido detido por apontar uma arma de brinquedo a funcionários da Eletrobrás, o atacante Walter, do CSA, foi liberado pela polícia na noite de sexta-feira (31). O jogador foi ouvido pelo delegado Antônio Carlos Machado, da Central de Flagrantes, e, em seguida, foi embora.

“Ele foi ouvido pela delegado e não precisou pagar fiança. É uma situação chata, mas lidar com o ser humano é complicado. O CSA já emitiu uma nota oficial e na segunda-feira a gente vai conversar com o jogador e tomar as providências cabíveis”, explicou Raimundo Tavares, presidente do CSA, em entrevista ao GloboEsporte.com.

Walter foi detido em casa em Maceió por ter apontado uma arma a um funcionário da Eletrobrás que estava cortando a energia da residência do jogador. No momento, o atacante se irritou, alegando que a conta não estava atrasada, e foi tirar satisfação com a arma de brinquedo em mãos. O funcionário alegou que levou um tapa no rosto, mas o ex-atleta do Atlético garantiu que tudo não passou de um mal-entendido.

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“O que aconteceu foi um mal-entendido, sabe? Eu, com uma arma de brinquedo de casa, que tenho o comprovante que posso ir para qualquer lugar com ela. Nesse momento, o cara foi cortar a luz de casa e eu desci com essa arma. O cara pensou que eu tinha jurado ele, de alguma forma. Não foi isso o que aconteceu. Eu peço desculpas por tudo, o acidente, tudo. Não foi por mal. Quem me conhece, sabe. É isso aí. Foi um momento errado, uma hora errada”, afirmou Walter.

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