Os eventos de MMA estão cada vez mais populares no Brasil. Com uma grande produção, essas organizações têm atraído um público não só sedento pelo esporte, mas, pelo entretenimento que os próprios eventos proporcionam.

Para abrilhantar ainda mais o espetáculo, o papel de uma figura é determinante: a ring girl. Pra quem pensa que o trabalho delas é somente desfilar no octógono entre os rounds, está muito enganado.

A Tribuna do Paraná conversou com a modelo Thays Pires Leão, a ring girl do SmashFight, evento que acontece no próximo dia 27, em Curitiba. Considerada a “Musa do Octógono no Brasil”, a gaúcha de 27 anos destaca o seu papel nos eventos.

“O trabalho começa tendo postura e muito profissionalismo. Apesar de beleza não ser tudo, acredito que se cuidar e manter a forma conta muito, afinal estamos ali para ajudar a abrilhantar o evento”, disse Thays.

Há anos no mundo das lutas, a modelo já trabalhou em dezenas de eventos. Apesar do público maior do MMA ser formado por homens, Thays garante que já está acostumada com as “cantadas”.

“Eu levo numa boa, pois vejo esse assédio como o reconhecimento do meu trabalho. O público do MMA é um público muito educado, até por ser um esporte de disciplina e que está em ascensão”, ressaltou a ring girl.

Para Thays, a paixão pelas lutas não é uma regra para ser ring girl. Porém, contribui para o trabalho no octógono. “Entender as regras sobre o esporte ajuda muito. Sempre fui fã e meu trabalho acabou unindo o útil e o agradável”, concluiu a modelo.

Nos últimos anos, muitas personalidades da mídia acabaram indo parar nos octógonos, como ring girls. Com a aparição de ex-panicats e ex-BBBs nos eventos, a profissão acabou se destacando ainda mais no País.