Algoz do suíço Roger Federer, o checo Tomas Berdych, 13º colocado no ranking da ATP, garantiu presença na final de Wimbledon ao derrotar o sérvio Novak Djokovic, número três do mundo, por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 7/6 (11/9) e 6/3, em 2 horas e 18 minutos.

Assim, Berdych se classificou para a primeira final de Grand Slam da sua carreira. Além disso, encerrou um período de 23 anos de ausência de tenistas checos em finais de torneios deste nível – Ivan Lendl havia sido o último. Para conseguir esse feito, ele conseguiu a sua primeira vitória em três confrontos com Djokovic, que deixa Wimbledon com o consolo de que vai assumir a segunda colocação no ranking da ATP.

“Ganhar em três sets de Djokovic, que é um grande jogador, é magnífico, é difícil de descrever. Para todas as crianças que jogam tênis pela primeira vez, estar em uma final de Grand Slam é um sonho”, afirmou o tenista checo.

Berdych foi mais agressivo no confronto, com 34 winners contra 25 de Djokovic. Além disso, terminou a semifinal com apenas 17 erros não-forçados conta 22 do seu oponente, que cometeu oito duplas-fatlas na partida. No primeiro set, Berdych obteve uma quebra de serviço no sexto game, abriu 5/2 em seguida e fechou a disputa em 6/3.

A segunda parcial foi a mais equilibrada da partida. O checo conseguiu uma quebra de serviço no 11º game, mas perdeu a chance de fechar o set, já que não confirmou o seu saque em seguida. Assim, a disputa foi para o tie-break. Berdych abriu 6/2, mas só conseguiu fechar a disputa em 11/9.

O terceiro set seguiu equilibrado até o oitavo game, quando Djokovic cometeu duas duplas-faltas e teve o seu saque quebrado. Em seguida, Berdych confirmou o seu serviço e fechou a partida com um triunfo por 6/3. Agora, aguardará a definição do vencedor do confronto entre o britânico Andy Murray e o espanhol Rafael Nadal para conhecer o seu adversário na final em Wimbledon.