Branquinho é o único dos titulares do Atlético que neste ano já enfrentou o Santos. Ele disputou a final do Paulistão pelo Santo André e marcou um gol. O Santos foi campeão, mas o time de Branquinho deu muito trabalho. Ele espera que a experiência ajude o Atlético a vencer hoje.

Paraná Online: Você é o único jogador do Atlético que enfrentou esse “novo” Santos. O que esse time tem como características que o Atlético tem que se prevenir?

Branquinho: O Santos tem jogadas muito rápidas e executadas por jogadores de nível de Seleção Brasileira. Temos que ficar atentos pela qualidade que trabalham rápido o contra-ataque. No campeonato paulista, o Santo André marcou forte e saiu para o ataque. O Santos sempre deixa espaço porque os volantes saem muito para jogar. Temos que atacar bastante para eles se sentirem pressionados e nós criarmos chances de gol.

Paraná Online: O esquema treinado nesta semana no Atlético encaixa bem com o tipo de jogo do Santos?

Branquinho: Sim. Apesar de nossa equipe não estar bem na competição, temos jogadores de qualidade que podem tirar o clube dessa situação. Estamos focados e trabalhando forte no dia-a-dia. Tenho certeza que diante do Santos conseguiremos uma vitória para dar moral na competição e sair da zona de rebaixamento.

Paraná Online: Três derrotas consecutivas. Clima fica um pouco nervoso, tumultuado…

Branquinho: Não digo tumultuado, mas fica um clima ruim pelas derrotas. Mas ninguém está fazendo corpo mole aqui não. Aconteceu a derrota no último jogo com uma arbitragem que é melhor nem entrar em detalhes. Estamos focados e vamos atrás do resultado diante do Santos.

Paraná Online: E a sua adaptação no Atlético, como está?

Branquinho: No começo tive problemas com o frio, mas já estou bem. Quanto à mudança de posicionamento, já fiz essa função em outros clubes e no próprio Santo André. A cabeça está boa e faltam apenas as vitórias para melhorar mais ainda.

Paraná Online: Também está faltando aquele golzinho para dar mais ânimo?

Branquinho: Com certeza. Acho que nunca fiquei num jejum desses de sete jogos, que vem desde a minha estreia. O pior é que não estou tendo muita chance para marcar, né. Mas tudo bem. Espero que diante do Santos eu esteja na hora certa para concluir e para dar a vitória ao Furacão.