Neste domingo, a Seleção Brasileira de Futsal, pela primeira vez em seis edições, n ão conquistou o título do Grand Prix. A Espanha, principal rival dos brasileiros há anos, fez um primeiro tempo impecável, se fechou bem na etapa complementar e venceu por 2 a 1.

Com o astro Falcão jogando no sacrifício, os comandados do técnico Marcos Sorato, o “Pipoca”, bem que tentaram, sobretudo nos vinte minutos finais. No entanto, a retranca espanhola e o goleiro Luis Amado definiram a vitória e o título para os ibéricos.

Nos cinco minutos finais, Falcão passou a jogar como goleiro-linha (tática utilizada com sucesso no Malwee/Jaraguá do Sul), porém, também não surtiu efeito. Com o triunfo da Espanha, campeã mundial em 2000 e 2004, o Brasil – que carimbou uma bola na trave, além de várias oportunidades -, perde uma invencibilidade de cinco anos. A última derrota foi, inclusive, para a Espanha e na mesma cidade goiana de Anápolis.

Frustração

Outra frustração do final de semana liga-se ao fato de o ala Falcão não ter conseguido marcar o gol de número 300 com a camisa da seleção brasileira.