O esporte brasileiro escreveu mais uma página de ouro no desporto mundial com a conquista, recentemente, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, do bicampeonato mundial de punhobol.

Tal qual a Copa do Mundo de futebol, o de punhebol é realizado de quatro em quatro anos. Quatro anos atrás, em 1999, a seleção brasileira foi campeã mundial na cidade de Olten, na Suíça.

A conquista do “bi” foi na capital gaúcha e ruidosamente festejada por uma multidão de aficionados que lotaram, todos os dias, as dependências da Sogipa/Sociedade de Ginástica Porto-Alegrense, local dos jogos internacionais.

Deste mundial participaram, além da seleção do Brasil, também as da Alemanha, Áustria, Suíça, Argentina, Chile, Dinamarca, Itália, Japão, Namíbia e da Suíça.

A seleção brasileira era, desde o início, favorita ao título, ao lado da Alemanha e da Áustria. O retrospecto das últimas competições internacionais recomendava essa projeção. E não deu outra, com o Brasil fazendo a grande final com a seleção alemã, a qual derrotou por 3×0, com parciais de 20×12, 20×13 e 20×8. Foi, realmente, um banho!

O selecionado brasileiro foi formado por dois atletas paranaenses, ambos do plantel do Clube Duque de Caxias, de Curitiba: Luiz Karwowski Júnior e Marcelo Benedito dos Santos, mais cinco atletas do Rio Grande do Sul (Sogipa e da Ginástica Novo Hamburgo) e três outros de Santa Catarina (dois do Guarani e um da AD Blumenau).

Nosso selecionado foi orientado pelos técnicos Gastão Englert, da Sogipa, do Rio Grande do Sul, e Valdir Simioni, da A.D. Condor, de São Bento do Sul, Santa Catarina.

A classificação final do mundial de punhobol ficou assim: campeão (bi): Brasil; vice – Alemanha; 3.º) Áustria; 4.º) Suíça; 5.º) Argentina; 6.º) Dinamarca.

Em Porto Alegre, o delegado da CBDT/Confederação Brasileira de Desportos Terrestres, foi o paranaense Rubens Rogério Brackmann, que é o diretor de punhobol da entidade mater dos desportos terrestres no Brasil.