Foto: Anderson Tozato
Em quadra, o Rexona/Ades não teve dificuldades para vencer.

O Paraná poderá ter, novamente, uma equipe disputando a Superliga Feminina de Vôlei. A informação foi dada pelo gerente de Competições Nacionais da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Renato D?Ávila, durante a partida de ontem, entre Rexona/Ades e Vôlei Futuro, disputado no ginásio do Círculo Militar, em Curitiba, pelos playoffs de quartas-de-final da Superliga 2006/07, na festa de 10 anos do projeto Rexona, que nasceu em 1997, em Curitiba.

?Estamos trabalhando numa força-tarefa para resgatar o voleibol feminino de alto nível no Sul do Brasil. Os estados do sul são grandes formadores de jogadoras e têm um biótipo que favorece isso. Se depender da CBV teremos um novo time aqui no Paraná?, declarou, adiantando que a confederação terá uma reunião com o governo do estado no próximo dia 15 para adiantar essa conversa.

O diretor da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde, confirmou a intenção e adiantou que já está procurando clubes e empresas paranaenses para participar do projeto. ?E Curitiba deverá ser a sede, já que o ginásio do Tarumã estará totalmente recuperado em breve?, declarou.

O jogo

Em quadra, o Rexona Ades não teve nenhuma dificuldade para bater o Vôlei Futuro por 3 sets a 0 e garantir vaga nas semifinais da Superliga. Sem forçar muito o jogo, a equipe de Bernardinho venceu por 25/18, 25,16 e 25/19, em 1h12 de jogo, fechando a série em três jogos a zero. Agora, o Rexona-Ades aguarda o adversário da semifinal, que sairá do confronto entre São Caetano/Mon Bijou e Cimed/Macaé.

?Foi um jogo morno, em que as meninas apenas controlaram o placar. Valeu por podermos ter testado algumas garotas que não vinham jogando?, disse o treinador Bernardinho, que se deu ao luxo de poupar Sassá e Estefânia que estão recuperando depois de contusão. O destaque do jogo foi a ponteira Amanda, de 18 anos, eleita a melhor em quadra. ?Nunca havia jogado em Curitiba, mas a cidade me deu sorte, pois é a primeira vez que ganho esse prêmio?, disse.