O Paraná reinaugurou a Vila Capanema com força neste sábado (08) contra o Figueirense pelo Campeonato Brasileiro. Com a volta de Roniery, o técnico Dado Cavalcanti quis dar mais ousadia ao time e partiu para cima do adversário com um esquema 4-4-2 e que, aos 24 minutos do primeiro tempo, mostrou eficiência após uma jogada de Rubinho e que acabou em gol com a cabeçada de Anderson.

O Tricolor aproveitou essa vantagem e foi com ainda mais força, entretanto, a vacilada da zaga paranista permitiu que, após 35 minutos corridos, o Figueirense marcasse o gol de empate – que acabou anulado porque Botti, autor do chute, estava impedido. Aprendida a lição, o Paraná voltou a dominar a partida e buscou maior espaço pelas laterais, o que não surtiu muito efeito.

Bom ritmo

Para o segundo tempo, o Tricolor vai com a mesma gana e mostra quem é que manda na Vila. O Figueirense, apesar de não se sentir intimidado, não consegue avançar muito, tanto que nos cinco primeiros minutos da etapa complementar, o time da casa conseguiu chegar três vezes ao gol de Ricardo.

Ricardinho, do Figueirense, reclamou que o resultado da partida foi dado pelo “apito amigo”, descartando toda a supremacia do Paraná Clube, que foi mais veloz em grande parte da partida. Apesar de todo esse conforto, aos 35 minutos do segundo tempo, Ronaldo Mendes faz falta forte, reclama com a arbitragem e acaba sendo expulso.

Com esse imprevisto, o Paraná tinha tudo para se fragilizar, mas não foi o que a torcida paranista viu. Mesmo com as investida do adversário o time não se reprimiu e conseguiu manter o ritmo e mando de jogo. Com essa vitória, o Paraná já vislumbra um futuro melhor e não fica tão distante do G4.