Começa nesta terça-feira (12) a Superliga Feminina, o mais equilibrado torneio do vôlei brasileiro. Depois de anos de hegemonia de Rio de Janeiro e Osasco (ambos com vários nomes no período), as equipes de Minas Gerais entraram na rota dos títulos e ‘democratizaram’ a disputa. Entre os doze times que disputam a competição, destaque para o Curitiba Vôlei, que vai para a segunda temporada e estreia às 20h contra o Sesc/Rio, comandado por Bernardinho, no ginásio da Universidade Positivo.

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A conhecida ligação entre o vôlei paranaense e o técnico multicampeão também ajuda a explicar o que foi a Superliga em quase toda a sua história. O começo da era vencedora do Rio de Janeiro foi em Curitiba, ainda com o nome de Rexona, conquistando dois títulos (em 1998 e 2000). Depois, o projeto foi embora, mas a semente do esporte foi plantada e ainda segue por aqui. Afinal, o Paraná é um berço de vários campeões olímpicos, o que faz o interesse seguir forte.

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Foi o que levou o Curitiba Vôlei a ter casa cheia em quase todos os jogos da temporada passada. Entrando para firmar os pés na Superliga, a equipe paranaense conseguiu chegar ao playoff na oitava colocação, caindo nas quartas de final justamente para o Sesc/Rio. Para este ano, o objetivo é o mesmo – estar entre os oito melhores, se possível em uma posição melhor.

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Para isso, o técnico Duda Nunes quer uma equipe consciente desde a estreia na noite desta terça. “Para um campeonato com esse nível devemos entrar focados e melhorar a cada partida. O segredo é a dedicação e o aprendizado colhido a cada jogo”, comentou. Apesar de não ser mais titular absoluta da equipe, a central Valeskinha segue sendo a jogador mais conhecida do Curitiba Vôlei.

Valeskinha segue sendo a principal jogadora da equipe paranaense. Foto: Valterci Santos/Central Press
Valeskinha segue sendo a principal jogadora da equipe paranaense. Foto: Valterci Santos/Central Press

Futebol

A necessidade de ‘recuperar’ um público para os jogos de vôlei recriou uma situação vivida em meados da década de 1990. Clubes de futebol estão de novo participando da Superliga – com equipes próprias, como Fluminense e Flamengo, ou em parcerias, como o São Paulo, que se acertou com o Barueri do técnico bicampeão olímpico José Roberto Guimarães. Na Superliga Masculina, além do consagrado time do Cruzeiro, também América-MG e Botafogo estarão nas quadras.