Contusões e suspensões impedem o técnico Val de Mello de definir a escalação do Cascavel para a partida de amanhã, às 17 horas, contra o Nacional, em Rolândia.

A situação é tão complicada que ele teme não ter 18 jogadores para a viagem que começa às 8 horas de hoje.

Assim, a definição do time só acontece após o treino que será realizado no campo do PSTC, já no norte do Estado.

Entre os muitos problemas estão as contusões de Tita, Fabiano, Jânio e Neto, além da suspensão de Rodrigo Caldeira. Para completar, Caio, que vem sendo improvisado na lateral direita, sente a pancada recebida no jogo de domingo e ainda é dúvida. Com isso, o lateral Torres e o atacante Carreta aumentam as chances de estrear.

?Infelizmente, temos muitos problemas, o que pode fazer com que mude até o esquema de jogo?, disse o técnico Val de Mello.

Cobrança

A reapresentação do elenco foi marcada por uma boa conversa e muita cobrança. Apesar do empate em 2 a 2 com o Paraná não ter sido ruim, ficou a sensação de que a vitória poderia ter acontecido.

?Cobramos maior objetividade na hora das finalizações. Poderíamos ter decidido o jogo. E no final, falhamos em uma bola parada?, lamentou o técnico.

Val solicitou à diretoria a mudança de data do jogo contra o Engenheiro Beltrão, marcado para a Quarta-Feira de Cinzas. No entanto, a Federação Paranaense vetou essa possibilidade.

Comissão isenta vacilos do apito

O presidente da Comissão Estadual de Arbitragem, Afonso Vítor de Oliveira, anunciou ontem que o árbitro Vagner Vicentin seguirá nas escalas do campeonato estadual, apesar de não aparecer no sorteio realizado ontem, em Apucarana.

Segundo ele, não houve erro no caso do segundo cartão para o meia Joelson, do Paraná.

?Foi um lance normal, e que ele mostra o cartão para o Goiano. O que enganou todo mundo, foi a reação do jogador do Paraná. O Vicentin só errou em ter sido afoito ao mostrar o cartão e de não ter explicado o que aconteceu ao final do 1.º tempo?, corrigiu Afonso.

O árbitro também se penitenciou quanto à expulsão de Rodrigo Caldeira, do Cascavel. Desta vez, ele confessa não ter percebido que era o segundo cartão amarelo dado ao meia, e foi alertado pelo auxiliar José Amilton Pontarolo.

A avaliação do presidente da comissão aconteceu após uma conversa com o observador Gerson Antonio Baluta e as imagens da TV.