O atacante Antoine Griezmann deu entrevista com uma bandeira do Uruguai nas costas neste domingo (15), após ser eleito o melhor jogador da final da Copa do Mundo – seu país, a França, venceu a Croácia por 4 a 2 e levantou a taça.

“Fenomenal”, disse Griezmann, que recebeu a bandeira das mãos de um jornalista uruguaio durante a coletiva de imprensa concedida depois do título. O jogador a colocou nas costas por um tempo, e depois apoiou em sua frente, na mesa onde deu entrevista.

Griezmann costuma falar bem do Uruguai – ele é muito amigo do zagueiro Godín. No jogo contra o time sul-americano, pelas quartas de final da Copa, o francês fez um dos gols da vitória por 2 a 0 e não comemorou por respeito ao adversário, ao qual diz ter carinho.

“Não celebrei meu gol porque quando comecei como profissional, fui apoiado por um uruguaio, que me ensinou o bom e o mau no futebol. Tenho muito respeito pelo Uruguai, e joguei contra amigos. Achei normal não celebrar o gol. É um time duro. Me lembra do meu time. Adoro a cultura uruguaia, adoro os uruguaios e tenho muito respeito por eles”, disse Griezmann, na ocasião.

Sobre a conquista da França deste domingo, em Moscou, o jogador fez um dos gols, de pênalti, marcado após a utilização do VAR (árbitro em vídeo), que encontrou uma mão na bola de Perisic depois de cruzamento na área.

Griezmann também chutou a bola que originou o gol de Mandzukic, contra, o primeiro da França na partida.

“Quando o árbitro apitou pênalti, só pensei que era final de campeonato e quis permanecer calmo. Fiz as mesmas coisas que sempre faço nos pênaltis e têm funcionado, vou continuar. Estou muito feliz por ser campeão do mundo”, disse o atleta.

“Honestamente, ainda não caiu a ficha. A Copa do Mundo é muita coisa. Estou muito orgulhoso deste time, deste jogadores, do técnico, da comissão técnica, dos médicos. Graças a eles, fizemos uma coisa incrível e marcamos história. Hoje, vamos aproveitar, festejas, e amanhã vamos à França festejar com os franceses”, continuou.

Griezmann foi eleito o melhor em campo da partida final e também o terceiro melhor jogador do campeonato. A França conquistou a Copa do Mundo pela segunda vez na história.