A correria tem sido grande durante os últimos dias, no Alto da Glória. Tudo para acertar o figurino para a partida contra o Vitória, que pode trazer numeração personalizada com os respectivos nomes de cada jogador.

O pioneirismo do Coxa no Estado (em 2009 será obrigatório) obrigou o clube a mexer na confecção dos uniformes, já que cada atleta terá um material exclusivo a cada partida. E quem vai vestir as camisas, será que gostou?

“É uma boa até porque não fica mudando. A própria família gostaria de ter o nome do atleta na camisa e para nós vai ficar mais bonita”, avalia o volante/zagueiro Rodrigo Mancha, que escolheu o número 20.

Segundo ele, não tem nenhum motivo especial, ao contrário de quem vestirá a 9, que tanta sorte traz ao atacante Keirrison. “Fico muito feliz porque é muito difícil alguém que sobe da categoria de base continuar titular e manter a camisa 9. É muita responsabilidade porque é uma posição muito difícil de se jogar”, aponta o artilheiro do time no Brasileirão, com 12 gols.

Mas tem gente que não está ligando muito para a numeração. “Eu acho que vai ser a 12, essa relação já foi passada há um tempo atrás, não tenho certeza ainda, mas não importa o número da camisa não, isso não vem ao caso”, avalia o goleiro Vanderlei, titular, mas que usará mesmo o 12, número tradicionalmente atribuído ao arqueiro reserva.

Como a numeração começou a ser feita quando Edson Bastos era titular absoluto, Vandeco ficou com a 12 e deve permanecer com ela enquanto o reserva estará com a 1.

A relação completa ficou de ser revelada pelo clube esta semana, mas pendências com a fornecedora de material atrasaram tudo e o clube nem sabe se poderá adotar a novidade contra os baianos. A idéia era ter entrado em campo já com a numeração fixa diante do Botafogo.

O clube tenta com a fábrica das camisas uma remessa especial para Salvador. Se não der, o time usa a numeração tradicional mesmo, já que o material levado com a delegação ainda não foi personalizado.