Em meio à pandemia do coronavírus, que suspendeu o futebol no Brasil desde 16 de março, e sem previsão para voltar, o Coritiba, diante das dificuldades financeiras, reduziu salários e demitiu funcionários do clube na última quarta-feira (29). No entanto, os jogadores não foram afetados pela decisão. (Após a matéria o clube emitiu nota confirmando a redução de 25% no salário dos jogadores).

O que não quer dizer que o elenco está livre da decisão. Dependendo de como o futebol brasileiro andar daqui pra frente, a tendência é que os atletas tenham uma redução de 25% dos vencimentos até agosto, a partir de junho.

Há quase dois meses sem faturamento com bilheterias e associados cancelando os planos, além da perda de patrocinador, o Coxa ainda não fechou contrato de TV aberta e de pay-per-view, além de não saber o futuro do contrato com a Turner, pela transmissão em TV fechada.

Uma perda financeira que se reflete nas dificuldades em manter as contas em dia. Algo que já vinha desde o ano passado e que se agravou na pandemia.

A situação vem se complicando em clubes de todo o país. Assim como o Coritiba, Corinthians e Flamengo também demitiram funcionários para conter os gastos mensais. Já o Palmeiras optou por reduzir em 25% os salários de jogadores e comissão técnica.

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