O Coritiba está em busca de respostas para a alta incidência de lesões que há tempos assola o elenco alviverde. Mesmo que a explicação para os 11 atletas lesionados que o clube acumula neste início de temporada, sendo nove deles em função de problemas de ordem muscular, transcenda a razão humana e passe para o campo espiritual. Antes do treinamento de ontem, realizado no CT da Graciosa, membros da diretoria e do CECCOR, núcleo que envolve entre outros os departamentos médico, de preparação física, fisiologia e fisioterapia do clube, conversaram por cerca de duas horas na capela do CT.

No entanto, a origem do elevado número de lesões ainda é um mistério para os integrantes do CECCOR, que deverão elaborar para a diretoria um dossiê sobre o assunto. É o que revela o vice-presidente de futebol Paulo Thomaz de Aquino. “(O tema) foi alvo de uma reunião nossa com todo o departamento de futebol, conversamos por duas horas sobre a situação e estamos pontuando algumas situações específicas. Foi estabelecido alguns grupos de trabalho, e acreditamos que até meados da próxima semana teremos um laudo de tudo que está acontecendo”, afirma o dirigente. Além dele, a diretoria também se fez presente com superintendente Mário André Mazzuco.

Paulo Thomaz de Aquino é categórico ao atestar a excelência no trabalho de prevenção e tratamento de lesões no Coritiba, apesar do recente histórico de jogadores contundidos tomar outra direção. “Com certeza, o respaldo sempre existiu e se esse respaldo não existisse eles não estariam mais aqui com a gente. São profissionais altamente capacitados e que estão fazendo suas avaliações pra dar pra gente uma satisfação sobre isso”, aponta.