O empate em 0x0 entre Coritiba e Sampaio Corrêa na última sexta-feira (10), no Couto Pereira, teve sabor de derrota. Ao invés de comemorar um pontinho, o time lamentou a perda de dois, que gerou toda uma reformulação no Coxa.

Primeiro pelo fato de a equipe não ter aproveitado o bom retrospecto em casa. Mais que isso, o resultado acabou culminando na demissão do técnico Eduardo Baptista, que não resistiu à sequência ruim. De quebra, mesmo que tenha esboçado uma reação no segundo tempo, quando o então treinador lançou Yan Sasse e Alisson Farias, o time ficou aquém do esperado pela torcida. Não à toa, os torcedores, que encararam o frio pra apoiar o Alviverde, não perdoaram e os jogadores deixaram o gramado debaixo de vaias.

O atacante Guilherme Parede, que não conseguiu acertar o pé na disputa, reconheceu que é preciso render mais. “É difícil falar no momento que a gente passa pela Série B. Não passamos por nossa melhor fase”, desabafou o atleta. Ele e seus companheiros se reuniram para deixar o gramado tanto na saída pro intervalo quanto no final de jogo. “É um modo de estar unido tanto fora quanto dentro de campo”.

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No entanto, apesar do pior dos cenários, com um time visivelmente desarrumado, Parede ainda aposta numa melhor sorte para o clube no decorrer do segundo turno. “A gente acredita que, cedo ou tarde, isso vai mudar”, afirmou. Só resta saber se haverá tempo hábil para virar o jogo e carimbar o passaporte de volta à Série A do Campeonato Brasileiro.

Mas, no atual cenário, quem pagou o pato foi o técnico Eduardo Baptista, que foi demitido. Em 18 jogos sob sua batuta, o time conquistou seis vitórias, oito empates e quatro derrotas. Os resultados adversos, a falta de padrão de jogo e o afastamento da zona do acesso, foram decisivos para a saída do treinador.

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