O Coritiba deixou o campo após o empate em 1×1 diante do Vitória, nesta terça-feira (27), no Couto Pereira, com um gosto de derrota. O Coxa foi melhor que o adversário, criou mais durante os 90 minutos, mandou três bolas na trave, mas não saiu de um resultado de igualdade. Assim, foi perdida a chance de aumentar a vantagem no G4 para seus concorrentes, além de permitir que o Bragantino abrisse quatro pontos na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro.

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“Criamos bastante. Pelo que criamos durante o jogo todo, a gente sai com um gosto de derrota porque tivemos chances de fazer mais gols. Acabamos tomando o empate no segundo tempo e o Vitória recuou e começou a marcar. Foi difícil de furar a zaga deles. Então, fica esse gosto infelizmente”, lamentou o meia Juan Alano, autor do único gol alviverde na partida.

Especialmente no primeiro tempo, o atacante Welissol (que substituiu Robson, vetado de última hora por conta de dores musculares) criou boas situações. O jogador, no entanto, enfatizou que faltou mais tranquilidade para concluir melhor as jogadas criadas pelo Verdão diante do Vitória.

Rafinha teve chances no primeiro tempo. Foto: Albari Rosa
Rafinha teve chances no primeiro tempo. Foto: Albari Rosa

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“Tive ali duas bolas claras e poderia realmente ter escolhido melhor. Tentei surpreender, virei o pé, mas infelizmente não consegui converter em gol. Mas o time está de parabéns pelo que produziu. O Vitória soube suportar a pressão do nosso time, da torcida. Agora é manter os pés no chão e buscar os três pontos em Campinas contra a Ponte Preta”, reforçou o jogador.

O meia-atacante Rafinha afirmou que, depois de conquistar quatro pontos nos dois jogos seguidos que fez fora de casa, o empate foi frustrante por toda a expectativa criada para a partida. O jogador, que vem desgastado da sequência de jogos, está fora do duelo deste sábado (31), contra a Ponte Preta, em Campinas, por ter tomado o terceiro cartão amarelo.

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“Depois de quatro pontos fora de casa, a gente tinha que fazer a nossa obrigação dentro de casa e se distanciar do pelotão que vem atrás. Mas não perdemos mais uma vez e isso é importante também. Agora é trabalhar para começar bem o segundo turno”, explicou Rafinha. “Venho de uma sequência sofrida com a posterior doendo, ficando fora de treino, tratando todos os dias. Mas dos males o menor, tenho tempo para trabalhar, recuperar e quanto voltar no segundo turno, jogar até o final”, arrematou o camisa 7.