Jogadores do Coritiba se envolveram em uma confusão na madrugada de sábado (23) para domingo (24) na casa noturna Woods, em Foz do Iguaçu, onde o clube fez pré-temporada. O atacante Kléber é apontado como o pivô do incidente.

“Vamos buscar todos os procedimentos legais para a reparação dos danos que sofremos, nas esferas cível e criminal. Tivemos prejuízos de contas que não foram pagas e danos ao patrimônio da casa”, comenta Marcelo de Brito, advogado da Woods.

Segundo o representante da casa de música sertaneja, o tumulto ocorreu entre os atletas e os seguranças. “Os jogadores começaram a fazer baderna, jogar água e bebida nas pessoas do lado. Na tentativa de intervenção, eles partiram para cima dos seguranças”, explica o advogado.

O motorista Luis Carlos Rodrigues de Sousa, 41 anos, frequentador da casa, afirma ter sido agredido por Kléber. “Eu nem sabia quem era esse cara. Fui saber depois. Estava descenso a escada quando vi o tumulto. Levei um soco dele por nada”, afirma.

Ainda de acordo com Sousa, a confusão se arrastou até a saída da Woods, quando um policial militar à paisana também teria sido agredido. “Derrubaram o policial no chão e saíram correndo. Depois um monte de viatura apareceu”, conta.

Um boletim de ocorrência foi registrado na 6ª Subdivisão da Polícia Civil de Foz.

Procurado para comentar o assunto, o Coritiba declara que os atletas foram liberados às 21 horas de sábado (23) para folga programada. O clube preferiu não tratar do incidente.

O empresário do atleta, Giuseppe Dioguardi, também foi procurado pela reportagem e preferiu não se manifestar no momento.