Sem contar com o zagueiro Pereira e o meia Tcheco, vetados pelo departamento médico, o Coritiba muda novamente a formação. O primeiro sentiu dores na coxa direita e foi submetidos a exames enquanto o meia sofreu uma pancada no tornozelo esquerdo e faz tratamento no CT da Graciosa.

É possível que eles voltem no sábado contra o Santo André. Na vaga deles, o técnico Ney Franco já definiu que Lucas Mendes entrará na cozinha com Jéci fazendo a sobra.

Na outra situação, Enrico será deslocado para a meia e Dênis e Triguinho são os cotados para a ala-esquerda dependendo do posicionamento da Ponte Preta. Mas, apesar desse mexe-mexe, os jogadores garantem que não haverá problema de entrosamento.

“Se você olhar o retrospecto da nossa equipe em jogos anteriores sempre tem mudanças, por isso a gente precisa do grupo. Sempre tem jogadores suspensos, machucados, então não vai mudar nada porque quem entrar vai dar conta do recado”, analisa o lateral-direito Fabinho Capixaba.

O zagueiro Cleiton concorda. “A gente tem um grupo forte, dificilmente consegue repetir a escalação em dois, três jogos. Temos um grupo muito forte, que quem entra está dando conta do recado”, aponta.

Já o técnico Ney Franco confia na padronização. “Hoje todo atleta do Coritiba entende a metodologia de trabalho e eu, como treinador, confio em todos os atletas que estão no meu elenco. Inclusive alguns não estão sendo tão aproveitados em função da capacidade que tivemos de montar o elenco para essa temporada”, destaca.

Para ele, os bons resultados comprovam essa tese. “Sempre em jogos importantes temos a ausência de dois ou três atletas e estamos conseguindo bons resultados”, completa Ney.