Terminado o Atletiba com a vitória do Athletico sobre o Coritiba por 1×0, abro o jogo pra vocês. Jornalista adora dar nota para jogar, mas às vezes não dá porque reclama da repercussão. E, convenhamos, no caso do analista é da vida a discordância, a reclamação e às vezes até a incompreensão. Mas tá no preço. Por isso, sem maiores delongas, vamos às notas de jogadores e técnicos de Athletico e Coritiba neste jogo de ida da final do Campeonato Paranaense.

Athletico

Santos: Foi pouco exigido, mas na hora que foi preciso, salvou o Furacão no chute de Robson – 7.

Jonathan: Claramente fora de ritmo, perdeu o duelo com Robson e Gabriel. Acabou sendo substituído – 4. Khellven entrou e cumpriu seu papel – 6.

Lucas Halter: Sofreu na marcação de Igor Jesus, mas teve uma atuação regular – 6.

Thiago Heleno: Teve mais dificuldades que o companheiro. No ataque, sofreu um pênalti não marcado – 5,5.

Abner: Teve um desafio e tanto, com o jogo de Rafinha em seu setor. Sentiu um pouco o jogo, mas não comprometeu – 5,5.

Wellington: Correndo como nunca e eficiente como sempre, o volante foi o melhor do Athletico – 7.

Léo Cittadini: Foi muito marcado e não conseguiu produzir. Mas teve uma chance, a que decidiu o jogo – 7.

Marquinhos Gabriel: Precisa ser mais participativo. Ficou devendo – 4,5. Fernando Canesin, mesmo com pouco tempo, mostrou que merece até ser testado como titular – 6.

Carlos Eduardo: Outro que tem que entrar mais no jogo. Produziu pouco na extrema e depois como ‘falso 9’ – 4,5.

Nikão: Foi muito marcado, prova de que hoje é reconhecido como o protagonista do Athletico. Com isso, foi bem abaixo do que vinha atuando – 5.

Guilherme Bissoli: Praticamente não pegou na bola, prejudicado pela falta de força do Athletico no primeiro tempo do Athletiba – 4,5. Vitinho o substituiu e agitou o ataque rubro-negro – 6.

Dorival Júnior: Trabalhou o jogo da mesma forma que os jogos anteriores em casa. Arriscou mudar a forma de jogar, e apesar que não tenha surtido o efeito esperado, conseguiu a vitória – 6.

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Coritiba

Alex Muralha: O goleiro foi pouco acionado no Atletiba, e não teve culpa no gol de Léo Cittadini – 6.

Patrick Vieira: Foi mais tímido no apoio, e também não foi eficiente nas bolas paradas – 5. Natanael, que entrou em seu lugar, tecnicamente é melhor – 6.

Rhodolfo: Melhorando fisicamente, teve atuação segura – 6,5.

Sabino: O melhor do Coritiba. Ganhou todas por cima e por baixo, recuperando a forma do ano passado – 7,5.

William Matheus: Alterna bons e maus momentos, e no Atletiba repetiu essa irregularidade – 5,5.

Nathan Silva: Jogador de confiança de Eduardo Barroca, fica devendo na saída de bola. Fez um pênalti não marcado – 5.

Matheus Galdezani: Escalado de início, foi muito bem, dando volume de jogo ao lado direito – 7. Saiu para a entrada de Matheus Bueno, que teve atuação segura – 6.

Gabriel: É inconstante, e isso impede um controle de meio-campo pro Coritiba. Teve uma chance de ouro e acabou furando – 5.

Rafinha: Correu mais do que jogou, para ajudar taticamente. Mesmo assim, teve bons momentos. Saiu para estar inteiro para o Atletiba do Couto Pereira – 6,5. Thiago Lopes entrou e foi apagado – 5.

Robson: Teve boas chances, e na melhor delas parou em Santos. Precisa estar mais perto do gol – 5,5.

Igor Jesus: Vem evoluindo taticamente, mas esse papel de ajudar o resto do time o tira bastante da área – 6.

Eduardo Barroca: Montou um Coritiba bem organizado e sofreu com a falta de reposição – 6,5.


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