O Athletico entra neste Campeonato Brasileiro como um dos protagonistas da competição. Fruto do que conquistou em especial nos últimos anos, colocando o clube entre os postulantes a uma das vagas na Copa Libertadores de 2021. E com esse status o Furacão venceu o Fortaleza com autoridade por 2×0 neste sábado (8), no Castelão, na partida que abriu o Brasileirão.

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Peço desculpas a todos pelo texto curto. O jogo não foi transmitido pela TV, e por mais que confie – e muito – nos colegas que foram ao Ceará acompanhar para as rádios, eu não vi o jogo, então não posso opinar em cima do que não assisti. Não vou discutir o assunto, afinal trabalho em parte diretamente interessada. Mas é uma pena que não tenhamos o jogo passando. Nesse período em que temos portões fechados, a falta de transmissão é ainda mais complicada. E, por conta disso, não darei notas nesse jogo.

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Em campo, gostei que Dorival Júnior deu uma oportunidade de início para Fernando Canesin. Claro que foi praticamente um time misto escalado pelo Athletico, mas algumas opções agradaram. Felipe Aguilar, que veio para ser titular, Jandrei, Richard, Vitinho e Vinícius Mingotti também começaram jogando. Destas quatro novidades, Vitinho era a mais relevante – porque Carlos Eduardo não fora poupado, estava no Castelão mas no banco de reservas.

Nikão com a bola dominada, Athletico no controle. Foto. Divulgação/CAP

Athletico: em cima dos números

O Athletico teve uma postura tática acertada no primeiro tempo, pelo relato dos colegas que assistiram ao jogo. Pressionar a saída de jogo de um adversário que joga com intensidade é o melhor caminho para quebrar o ritmo e ter o controle da partida. Com o gol de Vitinho, o primeiro do Brasileirão, o Furacão manteve a posse de bola (que chegou a 60%) e resolveu o jogo com o gol de Léo Cittadini, que começou numa roubada de bola de Mingotti.

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Como era de se esperar, quem não jogava há tempos sentiu o desgaste. Primeiro foi Richard, que saiu para que o jovem Kawan entrasse. Jonathan e Fernando Canesin também saíram, entrando Khellven e Christian. O Furacão diminuiu muito a média de idade, o que deu fôlego para não sofrer uma pressão do Fortaleza. Tarefa facilitada após a expulsão de Quintero. No final, uma vitória sólida e que mostra que o Athletico, nesse ‘novo patamar’, entra pra valer no Brasileirão.


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