Hoje, 28 de fevereiro, Levir Culpi completa 67 anos. Pra homenagear o ex-técnico, campeoníssimo por Paraná Clube, Atlético-MG, Cruzeiro, Criciúma, São Paulo e Fluminense, e com passagens por Coritiba e Athletico, vamos lembrar a parte hoje menos lembrada da carreira dele. O tempo de jogador, com memórias recolhidas do acervo da Biblioteca Nacional – recortes dos jornais Diário da Tarde, Diário do Paraná e Diário de Pernambuco. Confere aí!

O começo

No final dos anos 1960, Levir começou a jogar nos juvenis do Coritiba. Zagueiro, destacou-se rapidamente, ao lado do amigo de infância Dirceu Guimarães – o Dirceuzinho que foi brilhar pelo mundo e jogou quatro Copas do Mundo.

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A primeira seleção

Se como treinador Levir não chegou à seleção brasileira, como jogador ele esteve em várias. A primeira foi a seleção paranaense de juvenis, no campeonato brasileiro de 1969. No time também estavam Dirceu e Marinho, o interminável meia que fez história no Colorado e no Pinheiros.

Levir ou Levi?

Já profissional do Coritiba, Levir Culpi sofreu nas mãos da imprensa. Não por críticas ou perseguições, mas porque não acertavam o nome dele. No recorte acima, ele já aparece entre os reservas do Coxa.

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Vida dura

No início de 1972, um dos anos mais importantes da carreira de Levir Culpi como jogador, ele perdeu a carteira de identidade. Quem nunca?

Capitão

Levir Culpi foi o capitão da seleção brasileira no Torneio de Cannes em 1972. No time que foi campeão, ele teve como companheiros Carlos Alberto Pintinho e um certo Paulo Roberto Falcão.

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Fita Azul

O jovem Levir estava no grupo do Coritiba que ganhou a Fita Azul graças a uma excursão invicta no exterior. Fica o registro que o jornal Maroc-Soir, de Casablanca, acertou o nome dele.

A saída

A melhor fase em clubes de Levir Culpi foi no Santa Cruz. Ele foi titular do time que assombrou o País nos campeonatos brasileiros de 1975 e 1976. E já na chegada foi tratado como estrela da Cobra Coral.

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Levir Culpi no Colorado

Entre idas e vindas, foram quatro anos de Levir no Colorado. Chegou empolgado para retornar à cidade natal, e virou referência do Boca Negra…

Em cores

…Como mostrou a edição 474 de Placar.

No México

Em 1979, após o vice-campeonato paranaense, Levir Culpi foi negociado com o Atlante, do México. A despedida não foi em campo – antes do jogo contra o Confiança, pelo Campeonato Brasileiro, ele entrou no gramado da Vila Capanema para ser aplaudido pelos torcedores do Colorado.

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A volta

Levir Culpi ainda teve um retorno ao Coritiba, no início de 1983. Foi uma passagem curta já no final da carreira. Em 1985, começou a bem-sucedida trajetória como treinador, encerrada no ano passado. Hoje, fixando de novo pouso em Curitiba, Levir virou youtuber. E hoje festeja mais um aniversário. Parabéns pra ele!

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