O Curitiba Vôlei está de casa nova. A Universidade Positivo (UP) será a sede da equipe campeã da Superliga B feminina. A negociação faz parte do contrato de patrocínio da universidade curitibana com a equipe, que passa a ter um dos Centros de Treinamento mais completos da categoria para Superliga. O patrocínio envolve a utilização de toda a infraestrutura e serviços da UP, como ginásio, academia, piscinas, gramado, salas de aula, auditórios, clínicas de odontologia, fisiologia, nutrição, fisioterapia, psicologia, além da preparação física com docentes e discentes do curso de Educação Física da universidade.

A definição do local dos jogos marca a volta de Curitiba à Superliga depois de 15 anos. O Curitiba Vôlei é, atualmente, o único representante do Paraná na elite do esporte nacional. Segundo Gisele Miró, fundadora do time, o principal objetivo da equipe é ficar entre as 10 melhores na primeira fase e ir para o segundo turno. “Mas, acima do resultado, queremos resgatar a paixão do curitibano pelo vôlei, esporte que teve seus tempos áureos na cidade”, lembra. A modalidade virou febre na capital paranaense entre 1997 e 2004, quando o Rexona contagiou o público e levou os títulos nacionais de 1997/98 e 2000/01.

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O campeonato é composto por uma fase classificatória em pontos corridos, turno e returno, quartas-de-final definidas em série melhor-de-três, semifinais em melhor-de-cinco e final em jogo único. A primeira fase da Superliga 2018/2019 tem início em novembro deste ano. O Curitiba Vôlei terá 11 jogos em casa e outros 11 na casa dos adversários: Dentil Praia Clube (MG), Sesc-RJ, Minas Tênis Clube (MG), Osasco/Audax (SP), Hinode Barueri (SP), Fluminense (RJ), E.C. Pinheiros (SP), Sesi Vôlei Bauru (SP), São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP) e BRB/Brasília Vôlei (DF) e o Vôlei Balneário Camboriú (SC). O campeonato é televisionado pela SporTV.

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O Curitiba Vôlei surgiu em agosto de 2016 e, desde então é apadrinhado por Giba, considerado um dos maiores jogadores da história do vôlei, e por Gisele Miró, ex-tenista. Desde o início, o projeto está sob o comando técnico de Clésio Prado e a liderança dentro de quadra da experiente Valeskinha, campeã olímpica em Pequim (2008), com a Seleção Brasileira – e que jogou na equipe do Rexona, nos tempos de ouro do Ginásio do Tarumã. Além disso, a assistente técnica continua sendo Tatiana Ribas, que trabalhou durante muito tempo com Bernardinho. Do elenco campeão da Superliga B, também continuam no time a líbero Ana Eliza Caetano de Camargo (Aninha), a oposta Aline Aparecida Siqueira (Wime), e a central Vivi Góes.