Bastou uma conversa do vice-presidente do Santos, Odílio Rodrigues, com um representante do Milan para acabar com o sonho do clube de repatriar Robinho. Os valores que estavam sendo especulados foram confirmados: o clube milanês só libera o atacante mediante o pagamento de 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 27 milhões) e o jogador pede salário mensal de R$ 1,2 milhão livres, o que representaria mais de R$ 1,7 milhão mensais, em razão dos encargos.

“Robinho não vem mais”, disse Odílio Rodrigues. “Como o ano fiscal do Milan só vai terminar em dezembro, por uma questão orçamentária não será possível baixar o valor dos direitos do atleta. Não falamos com Robinho e nem com o Milan, mas um representante designado por eles nos passou as condições. São valores que estão fora do alcance do Santos”.

O dirigente também disse que o clube ainda não recebeu propostas para negociar jogadores titulares, porém revelou ter havido consultas e que certamente vão chegar ofertas por Rafael e pelo meia Felipe Anderson nos próximos dias. Depois de despertar o interesse da Roma e da Internazionale, de Milão, o goleiro deverá ter os direitos negociados com o Napoli.